Prepração para o parto

O parto: cinco coisas que (ainda) pouca gente conta

Nos posts anteriores, falamos sobre os preparativos para a reta final da gestação. Também já falamos sobre o quanto a informação também pode ser uma aliada muito importante para a mulher. Agora que o parto se aproxima, também vale a pena (re)ver informações específicas sobre ele. Neste post, compartilho cinco informações que (ainda) pouca gente conta. Vamos lá?

1. Parto é emergência.

Isso significa que se você for do Oiapoque e entrar em trabalho de parto no Chuí, qualquer hospital é obrigado a prestar o atendimento.

2. Todo parto pode ser respeitoso.

Independente de ser cesárea ou parto vaginal, todo parto pode (e deveria) ser feito de maneira respeitosa com a mãe, o bebê e a família que está nascendo ali. Isso significa: dar autonomia e voz à mãe, limitando ao mínimo possível de intervenções

3. Existem indicações reais para a cesárea.

Segundo a obstetra Melania Amorim, a cesárea é indicada em casos como: placenta prévia (parcial ou total), descolamento prematuro da placenta, prolapso de cordão, apresentação córmica durante trabalho de parto, ruptura de vasa prévia, herpes genital com lesão ativa no trabalho de parto. Além disso, ainda de acordo com a obstetra, há outras condições em que a cesárea pode ser indicada (após a avaliação pela equipe que acompanha a gestante): desproporção cefalo-pélvica, frequência cardíaca não-tranquilizadora, parada na progressão de parto que não se resolve com intervenções. Por fim, há casos que requerem avaliação individualizada: apresentação pélvica, duas ou mais cesáreas anteriores, e HIV/AIDS.

4. Parto vaginal após cesárea é possível: VBAC.

Caso tenha tido uma cesárea e, numa gestação posterior deseje ter um parto normal, isso também é possível e deve ser conversado e avaliado no decorrer da gestação com a equipe que a acompanha.

5. O melhor parto é o parto possível.

Haverá muita coisa que poderá sair diferente do esperado (ou para melhor ou para pior), mas o melhor parto é aquele em que mãe e bebê são respeitados e passam por ele com saúde.

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Sobre este post

O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.

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