Mães podem olhar para si mesmas

Olhe para si mesma: cinco atitudes importantes para as mães

No post anterior, escrevi sobre o casal que espera (se ainda não leu, veja aqui). Agora quero falar sobre a mãe e na importância de continuar olhando para si mesma. Neste post, compartilho os “5 As” que podem ajudar.

 

1. Autoconhecimento.

A gestação — e não apenas nessa fase — pode ser uma oportunidade para você dedicar um tempo para olhar para si e procurar descobrir mais sobre si. Autoconhecimento não é inatingível, tampouco restrito a um conjunto de pessoas, mas sim uma atitude atenta para quem você é. Você pode se perguntar sobre o que gosta, o que a define, quais são as coisas de que mais gosta em si, quem é nos seus relacionamentos, como foi/é a sua história, em que acredita.

2. Auto-observação.

Em muitos momentos, é esperado que o bebê (e os outros filhos) precisarão de sua atenção e de seu tempo, mas isso não significa que você não tenha importância. Portanto não se esqueça de si mesma e de estar atenta ao que sente, pensa e faz!

3. Autocuidado.

Além de focar no bebê, mantenha o hábito de olhar para si mesma e de considerar que suas necessidades também são tão importantes. Existem muitas pesquisas que mostram a importância do autocuidado à saúde e aos relacionamentos. Se possível, comece já na gravidez a cultivar uma rotina de autocuidado compatível com seu tempo e coerente com os seus gostos e interesses. Se quiser saber mais sobre o tema, veja este post aqui.

4. Autocompaixão.

Durante a maternidade, você aprenderá muito, em alguns momentos estreará sem ensaiar, errará incontáveis vezes e também chegará perto do seu limite. Embora seja o percurso esperado, não são vivências confortáveis na maioria das vezes. Portanto, por si mesma, sua família e a saúde emocional de vocês, seja gentil consigo própria e mantenha o foco no que você já tem. Além disso, permita-se encontrar o seu caminho do meio na criação dos filhos (se quiser saber mais sobre isto, sugiro este post aqui).

5. Aceitação.

Entenda e, principalmente, aceite que haverá muitas coisas que você não poderá controlar. Como escreveu a Brené Brown, em seu livro “A coragem de ser imperfeito”: “Não podemos optar por ficar de fora da incerteza, do risco e da exposição emocional que perpassam nossa experiência diária. A vida é vulnerável”.

Lembrete

Você já deve ter lido e ouvido que a maternidade é transformadora. Na gravidez, por exemplo, além das transformações físicas visíveis, a mulher também passa por mudanças emocionais, sociais e relacionais. Algumas serão mais e outras menos duradouras, fato é que ninguém consegue retornar exatamente ao ponto em que estava antes da gravidez. Estar consciente disso e de si mesma pode ajudar bastante no processo.  Logo não espere o bebê nascer para pensar nisso! Se você sentir alguma dificuldade durante este processo, não deixe de buscar ajuda profissional.

Sobre este post

O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.

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