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	<title>Arquivos saúde mental perinatal - Maternar mais Leve</title>
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		<title>Novidades sobre o Maternar mais leve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 13:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há tempos não escrevo no blog e estou voltando, possivelmente para posts mensais. Descubra neste post aqui o que tem acontecido no Maternar mais leve. 1. Ninguém vive só. Estabeleci parceria com mais colegas que trabalham com Saúde Mental Perinatal. Somos três psicólogas e uma psiquiatra, todas mães e todas comprometidas em promover saúde mental &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/novidades-sobre-o-maternar-mais-leve/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Novidades sobre o Maternar mais leve</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempos não escrevo no blog e estou voltando, possivelmente para posts mensais. Descubra neste post aqui o que tem acontecido no Maternar mais leve.</p>
<h3><span id="more-703"></span><br />
1. Ninguém vive só.</h3>
<p>Estabeleci parceria com mais colegas que trabalham com Saúde Mental Perinatal. Somos três psicólogas e uma psiquiatra, todas mães e todas comprometidas em promover saúde mental para mães e suas famílias.</p>
<h3>
2. Escrever.</h3>
<p>Comecei um Mestrado em Escrita Criativa pela Universidade de Coimbra. Desenvolver minhas competências de escrita era um desejo antigo e no ano passado submeti a minha candidatura ao Mestrado. Fui aprovada em uma seleção bastante exigente e atualmente curso o segundo semestre. Positivamente inlfuenciada pelo <a href="https://maternarmaisleve.com/5-vantagens-do-detox-digital/">detox digital</a>, “saio” da bolha da maternidade, <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">olho para mim</a> e volto reabastecida com ideias. Em breve será lançada a mentoria de escrita para psicólogas. Se você tem interesse, inscreva-se <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/bdb0ed24d6"><strong>aqui</strong></a> na lista de espera.</p>
<h3>
3. Antes tarde do que nunca.</h3>
<p>Demorei, mas aprendi algo que mudou totalmente a minha maternidade e a minha vida. Preparada? Não temos o poder de mudar o outro. Já era meu tema antigo, mas só a partir do momento em que efetivamente apliquei o que aprendi na terapia pessoal e com Brené Brown (<a href="https://maternarmaisleve.com/3-aprendizados-que-tive-com-a-coragem-de-ser-imperfeito/">leia aqui</a>), é que tudo ficou realmente mais leve.</p>
<h3>
4. O que é sucesso?</h3>
<p>Nesta minha mudança na distribuição de tempo online, questionei-me bastante sobre o que é sucesso. Obviamente as métricas existem por uma razão de ser – e não é meu objetivo mudar o sistema (vide item 3) -, mas além das métricas tradicionais, tenho refletido muito sobre as minhas métricas pessoais para trabalho, família e tempo pessoal. Conto sobre isso na edição de hoje da Newsleve (se ainda não se inscreveu, o <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/b583edf60b"><strong>link</strong></a> é este aqui).</p>
<h3>Sobre este post</h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post aqui. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>5 coisas que eu gostaria de saber antes da maternidade</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-coisas-que-eu-gostaria-de-saber-antes-da-maternidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 May 2022 18:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagens]]></category>
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		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você pudesse voltar no tempo e ensinar para si mesma algo que hoje você sabe, o que seria? Neste post, compartilho cinco coisas que eu gostaria muito de ter aprendido antes, pois teriam facilitado muito o meu maternar. Vamos lá? SPOILER: tem novidade no final deste post. 1. O começo é difícil (e para &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-que-eu-gostaria-de-saber-antes-da-maternidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 coisas que eu gostaria de saber antes da maternidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você pudesse voltar no tempo e ensinar para si mesma algo que hoje você sabe, o que seria? Neste post, compartilho cinco coisas que eu gostaria muito de ter aprendido antes, pois teriam facilitado muito o meu maternar. Vamos lá? SPOILER: tem novidade no final deste post.</p>
<p><span id="more-690"></span></p>
<h3>1. O começo é difícil (e para todas!)</h3>
<p>Tudo o que aprendemos do zero realmente exige muito de nós. No entanto, graças à plasticidade neuronal temos uma capacidade enorme de aprender. Além disso, o que aprendemos num contexto pode ser expandido e servir como base para aprendizagens futuras. Se você é mãe de primeira viagem, leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/maes-de-primeira-viagem-5-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>.</p>
<h3>2. Vamos errar (e muito!)</h3>
<p>Mesmo tentando acertar, vamos errar. Não existe desenvolvimento sem erro. E os erros são o que são, nem bons nem maus.</p>
<h3>3. A perfeição distrai</h3>
<p>Muitas vezes, focando em acertar e em fazer o perfeito, acabamos distraídas do que realmente importa. Estudiosos da relação entre mãe e bebê como Winicott, por exemplo, mencionam a importância da mãe suficientemente boa. Mais do que perfeita, é melhor uma mãe que esteja com saúde e bem-estar.</p>
<h3>4. Há beleza no comum</h3>
<p>Se estamos nos protegendo do erro e direcionadas à perfeição, podemos nos distanciar do essencial: nossos filhos, nossos relacionamentos e a beleza que existe no comum. <a href="https://maternarmaisleve.com/4-aprendizados-do-primeiro-ano-como-mae-de-dois/">Já olhou hoje para sua criança</a>? Viu seus olhinhos, sentiu seu cheiro, notou como aquela roupa fica uma gracinha nela? Isso não vai durar para sempre, nem eles terão a mesma idade para sempre, nem nós. Então, aproveite(m).</p>
<h3>5. A (auto)compaixão torna o caminho mais leve (e saudável)</h3>
<p>Já que você está consciente (e, espero, convencida) de que vamos errar &#8211; e que isso não é mal, mas sim fonte de aprendizagem -, sugiro que olhe para si com mais compaixão. Há um conjunto enorme de estudos que comprovam os efeitos benéficos da autocompaixão. E para romper ciclos de competição &#8211; e de julgamentos &#8211; que tal estender a compaixão para outras pessoas? Não conhecemos suas batalhas &#8211; nem suas trilhas de aprendizagem-, mas podemos espalhar amorosidade por aí. Escrevi sobre esse assunto neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/autocompaixao-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>.</p>
<h3>Novidade!</h3>
<p>O Maternar mais leve virou um podcast! Clique aqui para <a href="https://open.spotify.com/episode/2RYmlULBPBfFDQ4M4Q45rr?si=XInbEysfSQylNiKw9PkUBA">ouvir</a>!</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/"><strong>aqui</strong></a>. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>A criança interior: 5 aspectos fundamentados em teoria</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/a-crianca-interior-5-aspectos-fundamentados-em-teoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 16:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[criança interior]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[materno-infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você já leu ou ouviu falar sobre a “criança interior”. Uma busca no Google e aparecem diversos sites, livros, posts e cursos. Diante de tanto conteúdo, como filtrar o que é confiável e o que é só enganação? Neste post, trago 5 informações fundamentadas em estudiosos e pesquisas para ajudar nesta &#8220;filtragem&#8221;! 1. Saúde &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/a-crianca-interior-5-aspectos-fundamentados-em-teoria/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A criança interior: 5 aspectos fundamentados em teoria</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você já leu ou ouviu falar sobre a “criança interior”. Uma busca no Google e aparecem diversos sites, livros, posts e cursos. Diante de tanto conteúdo, <strong>como filtrar o que é confiável e o que é só enganação?</strong> Neste post, trago 5 informações fundamentadas em estudiosos e pesquisas para ajudar nesta &#8220;filtragem&#8221;!</p>
<p><span id="more-670"></span></p>
<h3>1. Saúde mental e criança interior</h3>
<p>Carl Gustav Jung foi um dos pioneiros ao adotar o arquétipo da criança interior. Ele associou essa criança interna a experiências passadas e memórias de inocência, brincadeira e criatividade, juntamente com esperança para o futuro.</p>
<h3>2. Criança interior e o começo da vida</h3>
<p>Por sua vez, Winnicott focou na comunicação entre a criança e o(a) cuidador(a) e em como ser ou não reconhecido afeta a criança interior e, portanto, o ser humano mais tarde na vida.</p>
<p>Para ele, quando nascemos, não encontramos nada pronto no mundo “lá fora”. No começo da vida, somos nós quem criamos tudo o que encontramos.<br />
Primeiro para nós mesmos, em nosso próprio mundo. Isso acontece para que, mais tarde, quando estivermos prontos, possamos encontrar nossas “criações” nas coisas do mundo lá fora. Essa é a base da nossa capacidade de “acreditar em”.</p>
<h3>3. Criança interior e criatividade</h3>
<p>Ainda de acordo com Winicott “é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (si mesmo)”. Ou seja: quando encontramos algo que corresponde ao que criamos nos sentimos mais vivos e reais.</p>
<p>É claro que as coisas do mundo real nunca são exatamente iguais ao que criamos na imaginação. Aprender a tolerar e a aceitar essa diferença nos permite continuar a criar, descobrir e acreditar.<br />
Mas essa criatividade não é infinita, de modo que precisamos exercitá-la ao longo da vida. E continuar em contato com a infância – as brincadeiras, o faz-de-conta, a magia das coisas – é uma forma de mantê-la viva dentro de nós.</p>
<h3>4. Outras interpretações possíveis para a “criança interior”</h3>
<p>Para a Análise do Comportamento, comportamento é a interação entre organismo e ambiente – que pode ser o externo (mundo ao redor) e o interno (“mundo debaixo da pele”). Resumidamente, há três níveis de seleção do comportamento: o filogenético (ou seja, o que herdamos da nossa espécie), o ontogenético (o que vivemos no decorrer da nossa própria vida) e o cultural (o que o nosso “mundo social” nos ensina em termos de normas, regras). Assim, as vivências que temos desde o nosso começo &#8211; e que por meio delas vamos aprendendo e nos desenvolvendo – farão parte do nosso repertório (isto é, conjunto de comportamentos).</p>
<h3>5. Da infância para toda a vida</h3>
<p>Pesquisadores* demonstram novos a influência da “criança interior” ao longo de vida. Ao entrevistarem idosos, observaram que as experiências durante a infância têm impacto na escolha da profissão e também na forma como agimos em relação à próxima geração. Também encontram que a criança interior é uma síntese de todas as idades e que esta síntese pode ser alcançada mantendo vivo o melhor aspecto de cada era.</p>
<p>Quer resgatar a criança que existe em você? Então veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/5-ideias-para-celebrar-a-infancia-com-nossos-filhos/">aqui</a>!</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
<p>Interessou-se pelo tema? Então, inscreva-se gratuitamente na minha newsletter, a Newsleve, e receba semanalmente meus conteúdos sobre esse universo apaixonante da <a href="https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/">Perinatalidade e Parentalidade</a>. Inscreva-se aqui: <a href="http://bit.ly/NewsLeve"><strong>NEWSLEVE</strong></a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz e Ana Cristina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/">aqui</a>. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>Referência consultada para este post:</p>
<p><a href="https://dx.doi.org/10.3402%2Fqhw.v11.31486">10.3402/qhw.v11.31486</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A Psicologia Perinatal: 4 Fatos</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 10:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde perinatal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente concluí minha Pós-Graduação (Aperfeiçoamento) em Psicologia Perinatal e da Parentalidade e tornei-me membro da APPAH (The Association of Prenatal and Perinatal Psychology and Health) e quero compartilhar quatro fatos sobre esta área apaixonante. 1. O que é? A Psicologia Perinatal é área de trabalho focada na gravidez, parto e pós-parto 2. Quando surgiu? Sua &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A Psicologia Perinatal: 4 Fatos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente concluí minha Pós-Graduação (Aperfeiçoamento) em Psicologia Perinatal e da Parentalidade e tornei-me membro da APPAH (The Association of Prenatal and Perinatal Psychology and Health) e quero compartilhar quatro fatos sobre esta área apaixonante.</p>
<p><span id="more-666"></span></p>
<h3>1. O que é?</h3>
<p>A Psicologia Perinatal é área de trabalho focada na gravidez, parto e pós-parto</p>
<h3>2. Quando surgiu?</h3>
<p>Sua origem é recente. No Brasil, a pioneira foi Teresa Maldonado, na década de 70. Em seguida, vieram Fátima Bortolotti e Vera Iaconelli.</p>
<h3>3. O que faz o/a Psicólogo/a Perinatal?</h3>
<p>Psicólogo Perinatal é o profissional com conhecimento teórico e prático em temas como planejamento familiar, gravidez, parto, puerpério, parentalidade, perda e luto parental, adoção, sono, amamentação,<a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/"> desenvolvimento infantil</a>.</p>
<h3>4. Por que é importante?</h3>
<p>O período perinatal é um momento de potencial crise para o adoecimento mental, com impactos para a mãe, companheiro(a) e filho(a). Portanto, trabalhos de prevenção, <a href="https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/">psicoedução</a> e intervenção, quando conduzidos por profissionais atualizados e com formação na área, podem minimizar os riscos e também promover o desenvolvimento, a <a href="https://maternarmaisleve.com/5-sugestoes-de-atividades-para-proteger-a-saude-mental-da-mae-e-do-pai/">saúde e o bem-estar da família</a>.</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
<p>Interessou-se pelo tema? Então, inscreva-se gratuitamente na minha newsletter, a Newsleve, e receba semanalmente meus conteúdos sobre esse universo apaixonante da Perinatalidade e Parentalidade. Inscreva-se aqui: <a href="http://bit.ly/NewsLeve">NEWSLEVE</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>Referência consultada para este post:</p>
<p><a href="https://doi.org/10.34119/bjhrv3n6-046">https://doi.org/10.34119/bjhrv3n6-046</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Literacia em saúde perinatal: três fatos interessantes</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2022 18:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
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		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[perinatalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Literacia é a habilidade de obter e utilizar informações sobre saúde. No caso da perinatalidade, período que vai da gravidez ao puerpério, passando pelo parto, as pessoas com filhos podem se deparar com diferentes assuntos sobre si e seus filhos. Nem sempre as informações chegam de maneira clara, no entanto, por ser uma habilidade, todos &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Literacia em saúde perinatal: três fatos interessantes</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Literacia é a habilidade de obter e utilizar informações sobre saúde. No caso da perinatalidade, período que vai da gravidez ao puerpério, passando pelo parto, as pessoas com filhos podem se deparar com diferentes assuntos sobre si e seus filhos. Nem sempre as informações chegam de maneira clara, no entanto, por ser uma habilidade, todos nós podemos aprender e desenvolver. Neste post, apresento três benefícios da literacia em saúde.</p>
<p><span id="more-643"></span></p>
<h3>1. Mais saúde e bem-estar</h3>
<p>Pessoas que mais utilizam a literacia podem ter mais saúde e bem-estar, quando comparadas com pessoas que têm menos literacia.</p>
<h3>2. Melhores decisões</h3>
<p>Com mais informações, as pessoas também se tornam capazes de distinguir o que é bom e o que não é. Desse modo, têm mais fundamentos para tomar decisões conscientes.</p>
<h3>3. Mais conhecimento</h3>
<p>A literacia também possibilita estabelecer ligações entre diferentes ações que, em conjunto, podem contribuir positivamente para a saúde e o bem-estar. Por exemplo, fazer um bom acompanhamento durante a gravidez auxilia não apenas ao parto, mas também à saúde da mãe e do bebê.</p>
<h3>Você sabia?</h3>
<p>Porque acredito que <strong>todas temos direito ao acesso à informação atualizada e confiável</strong>, compartilho neste blog informação fundamentada em evidência científica, usando linguagem descomplicada e acessível. Semanalmente envio uma Newsletter, a Newsleve, também com informação fundamentada em evidências, usando linguagem simples. Inscreva-se gratuitamente <strong><a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/b583edf60b">aqui</a>.</strong></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando este guia <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/">aqui</a>. Imagem: Banco de imagens do Canva. Além disso, os artigos usados como referência para este post são:</p>
<p>World Health Organization (2013). Health literacy: the solid facts. Disponível em: <a href="https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/128703/e96854.pdf">https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/128703/e96854.pdf</a></p>
<p>doi: 10.1097/PHH.0000000000001324</p>
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		<title>5 sugestões de atividades para proteger a saúde mental da mãe (e do pai)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 18:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escrevo este post após voltar de uma caminhada ao ar livre, quando surgiu a ideia para este tema. Muitas mães (e pais) talvez não saibam, mas há pequenos gestos simples – todos estudados e com evidências de efetividade &#8211; que podem fazer para cuidar da sua saúde mental, especialmente no período entre gravidez, parto e &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-sugestoes-de-atividades-para-proteger-a-saude-mental-da-mae-e-do-pai/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 sugestões de atividades para proteger a saúde mental da mãe (e do pai)</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo este post após voltar de uma caminhada ao ar livre, quando surgiu a ideia para este tema. Muitas mães (e pais) talvez não saibam, mas há pequenos gestos simples – todos estudados e com evidências de efetividade &#8211; que podem fazer para cuidar da sua saúde mental, especialmente no período entre gravidez, parto e puerpério. Neste post, apresento cinco deles.</p>
<p><span id="more-627"></span></p>
<h3>1. Contato com a natureza</h3>
<p>Estar ao ar livre, em contato com a natureza pode produzir efeitos positivos no alívio do estresse. Adicionalmente, pesquisadores (1) encontraram evidências de que fazer atividades de atenção plena (veja o item 4!) em espaços verdes produz menos ruminações e mais atitudes de reflexão, quando comparados com práticas realizadas em espaços fechados.</p>
<h3>2. Música</h3>
<p>Pesquisadores (2) que investigaram potenciais benefícios da música para grávidas encontraram que ouvir música está associado a menores níveis de ansiedade em mulheres grávidas. Também há efeitos ansiolíticos ao ouvir música em casa.</p>
<h3>3. Atividade física</h3>
<p>Uma pesquisa de 2020 (3) encontrou uma associação inversa entre a redução de atividade física e o aumento de níveis de ansiedade e de sintomas depressivos durante o período perinatal.</p>
<h3>4. Atenção plena (ou “mindfulness”).</h3>
<p>Há evidências (4) de que exercícios de atenção plena, com ensino de habilidades e de práticas meditativas, pode reduzir o risco de depressão no período entre gravidez, parto e pós-parto.</p>
<h3>5. Yoga</h3>
<p>Uma revisão sistemática realizada em 2012 (5) encontrou que a prática de Yoga produz melhoras nos níveis de estresse, qualidade de vida, aspectos dos relacionamentos interpessoais, funcionamento do sistema nervoso e parâmetros do parto como conforto, dor e duração.</p>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva. Além disso, os artigos usados como referência para este post são:</p>
<p>1 10.1016/j.landurbplan.2020.103886</p>
<p>2 10.3390/jcm8111884</p>
<p>3 10.1007/s00404-020-05570-x</p>
<p>410.1037/ccp0000068</p>
<p>5 10.1155/2012/715942</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>3 sugestões para rever o SEU consumo digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jan 2022 19:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição digital]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo ou nutrição digital, sobretudo a exposição a telas, tem sido associada à saúde mental em crianças, jovens e adultos. Se por um lado, a tecnologia nos permite acesso relativamente fácil e rápido a informações e a recursos positivos, por outro, seu consumo excessivo está relacionado a ansiedade, depressão, distúrbios do sono. Uma vez &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/3-sugestoes-para-rever-o-consumo-digital/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">3 sugestões para rever o SEU consumo digital</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo ou nutrição digital, sobretudo a exposição a telas, tem sido associada à saúde mental em crianças, jovens e adultos. Se por um lado, a tecnologia nos permite acesso relativamente fácil e rápido a informações e a recursos positivos, por outro, seu consumo excessivo está relacionado a ansiedade, depressão, distúrbios do sono. Uma vez que a literacia sobre nutrição digital é um dos pilares para o autocuidado, neste post apresento três sugestões para rever seu consumo digital.</p>
<p><span id="more-614"></span></p>
<h3>1. Refletir sobre que tipo de conteúdo de que se gosta.</h3>
<p>Para começar, pense no que você busca: informação, apoio, entretenimento. Além disso, avalie criticamente se o conteúdo e o que ele pode lhe acrescentar.</p>
<h3>2. Prestar atenção ao que se sente diante dos conteúdos consumidos.</h3>
<p>Se você se sente pior do que estava antes de ler/assistir/ouvir determinado conteúdo, pode ser um indicativo importante. Nesse caso, você pode experimentar “dar um tempo”, ou desativando as notificações desse conteúdo ou deixando de seguir.</p>
<h3>3. Limitar o seu tempo de exposição.</h3>
<p>Para isso, você pode usar algumas estratégias. Uma delas é efetuar o log out da sua conta. Desse modo, na próxima vez que entrar, precisará inserir novamente com seus dados – geralmente esse “obstáculo” funciona como um lembrete. Outra opção é desinstalar aplicações do seu telefone, reduzindo, portanto, a acessibilidade.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Portanto, todos os direitos são reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Para este post, a imagem utilizada é do Banco de imagens do Canva. Além disso, foram consultadas as fontes: 10.1016/j.ypmed.2012.05.003 e 10.3389/fpsyg.2021.646368</p>
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		<title>4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2022 20:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[carregador]]></category>
		<category><![CDATA[mochila ergonômica]]></category>
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		<category><![CDATA[ring sling]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Babywearing é a prática de carregar os filhos no colo usando mochilas, slings ou outros carregadores ergonômicos por mães e demais cuidadores das crianças. Embora a prática seja ancestral – povos em diferentes continentes usam a técnica há anos -, mais recentemente ela cresce em sociedades ocidentais. Além da praticidade, há outros possíveis benefícios. Neste &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-beneficios-do-babywearing-para-a-saude-mental-perinatal/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Babywearing é a prática de carregar os filhos no colo usando mochilas, slings ou outros carregadores ergonômicos por mães e demais cuidadores das crianças. Embora a prática seja ancestral – povos em diferentes continentes usam a técnica há anos -, mais recentemente ela cresce em sociedades ocidentais. Além da praticidade, há outros possíveis benefícios. Neste post, abordo quatro deles para a saúde mental perinatal.</p>
<p><span id="more-609"></span></p>
<h3>1. Proximidade das crianças</h3>
<p>Manter as crianças por perto, principalmente se estiverem à frente, estimula a liberação de ocitocina. Por sua vez, este hormônio está associado a estados de humor positivos.</p>
<h3>Menos choro</h3>
<p>Uma vez que estão próximos, as/os cuidadores reconhecem mais rapidamente os sinais do bebê/criança quando acordados, com sono ou com fome. Assim, as pessoas que estejam carregando podem agir mais rapidamente. Desse modo, com as necessidades atendidas antes, a probabilidade de choro diminui.</p>
<h3>Mobilidade</h3>
<p>Quando conciliam carregar os bebês e ter as mãos livres, as mães ganham mobilidade. Uma vez que há fases em que as crianças tendem a procurar mais o colo da mãe, é bastante comum que a mãe se sinta “presa”. Portanto, utilizar um carregador possibilita tanto atender a necessidade de proximidade física (por parte da criança), bem como dar autonomia e movimento à mãe. Desse modo, a mãe pode fazer caminhadas e outras atividades físicas (como a dança, por exemplo), práticas que também contribuem para a saúde mental.</p>
<h3>Menos pensamentos negativos</h3>
<p>Numa pesquisa online sobre saúde mental materna e uso de carregadores, os pesquisadores descobriram que pensamento negativo repetitivo foi significativamente menor para as mães que faziam babywearing. Adicionalmente, a saúde mental positiva foi significativamente maior. Por fim, não houve diferença entre o tempo em que os bebês foram carregados.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Portanto, todos os direitos são reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Para este post, a imagem utilizada é do Banco de imagens do Canva. Além disso, foram consultadas as fontes: 10.1016/j.infbeh.2020.101494 e 10.1080/02646838.2021.2012647</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/4-beneficios-do-babywearing-para-a-saude-mental-perinatal/">4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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