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	<title>Arquivos Filhos - Maternar mais Leve</title>
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		<title>Sozinha em casa com as crianças: 4 aprendizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 16:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente passei uma semana sozinha com as crianças enquanto meu companheiro viajava a trabalho. Foram dias intensos e de grande aprendizado. Neste post, compartilho quatro lições que aprendi e que podem ser úteis a outras famílias. Organização prévia Antes da viagem, separem um tempo para definir refeições e atividades que serão realizadas durante o período. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/sozinha-em-casa-com-as-criancas-4-aprendizados/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sozinha em casa com as crianças: 4 aprendizados</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente passei uma semana sozinha com as crianças enquanto meu companheiro viajava a trabalho. Foram dias intensos e de grande aprendizado. Neste post, compartilho quatro lições que aprendi e que podem ser úteis a outras famílias.</p>
<p><span id="more-707"></span></p>
<ol>
<li>
<h3>Organização prévia</h3>
</li>
</ol>
<p>Antes da viagem, separem um tempo para definir refeições e atividades que serão realizadas durante o período. Abastaçam a cozinha e, se possível, deixem refeições definidas (preferencialmente aquelas que usam uma panela só ou que vão ao forno). Também tenham os essenciais em casa, para evitarem deslocamentos desnecessários.</p>
<h3>2. Pedidos especiais (e essenciais)</h3>
<p>Não é porque você estará só com as crianças na maior parte do tempo que precisa ser assim o tempo todo. Peça ajuda! Diferentes pessoas podem ajudar de diferentes formas: ficando com as crianças, buscando/levando das atividades, ajudando na preparação de alimentos e nos cuidados da casa.</p>
<h3>3. O mínimo viável</h3>
<p>Ajuda bastante alinhar as expectativas, considerando que durante esse tempo em questão o foco será em navegar com tranquilidade (dentro do possível). Aceite que não abraçará o mundo e escolha aqueles poucos itens que realmente precisam de ser executados neste período.</p>
<h3>4. Mães &amp; mimos</h3>
<p>A semana poderá ser bastante exigente, especialmente em horas de maior pressão (manhãs e noites). Portanto, é essecial que a mãe também possa encontrar pequenas atividades que lhe façam bem. Os mimos são itens de necessidade! Pense numa lista de 3 a 5 itens simples, já consolidados na sua rotina e que lhe fazem bem. Eles também entram no mínimo viável.</p>
<h3>Agora é contigo!<br />
Tem mais alguma sugestão que gostaria de compartilhar?</h3>
<p>Preparei um material extra para ajudar, se tiver interesse em receber, envie um e-mail para mim: falecom@maternarmaisleve.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Sobre este post</h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post aqui. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>4 aprendizados do primeiro ano como mãe de dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 13:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[criação de filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O clichê é mesmo verdade: o primeiro ano passa voando. Daqui a uns dias nossa bebê completa seu primeiro aniversário e tenho refletido muito sobre estes meses iniciais como mãe de dois. Neste post, compartilho quatro lições que aprendi. O Amor Se você está entre um enjoo e outro, e, ao mesmo tempo, lidando com &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-aprendizados-do-primeiro-ano-como-mae-de-dois/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 aprendizados do primeiro ano como mãe de dois</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O clichê é mesmo verdade: o primeiro ano passa voando. Daqui a uns dias nossa bebê completa seu primeiro aniversário e tenho refletido muito sobre estes meses iniciais como mãe de dois. Neste post, compartilho quatro lições que aprendi.</p>
<p><span id="more-684"></span></p>
<h3>O Amor</h3>
<p>Se você está entre um enjoo e outro, e, ao mesmo tempo, lidando com os desafios da criança maior, talvez, por alguns segundos, pense se conseguirá amar os dois. Embora nesse cenário meio caótico a dúvida ganhe contornos ainda maiores, posso garantir: há amor para todo mundo. Respire fundo. Há amor para todos. Com cada um de seus filhos, você estabelecerá uma relação única, porém igualmente especial.</p>
<h3>O cansaço</h3>
<p>Assim como o amor, o cansaço também se multiplica. Na segunda gestação, havia semanas em que eu nem me lembrava de que estava grávida. Depois, no cotidiano, ao me dividir entre as tarefas e as demandas específicas, o cansaço vinha. Então, contar com uma rede de apoio para tarefas elementares e também emocionais foi super importante para mim, minha saúde e bem-estar (e para eles também!).</p>
<h3>As pequenas conquistas</h3>
<p>Haverá dias em que o maior motivo para comemorar foi todos estarem de banho tomados e com as refeições em dia. E é uma vitória. Comemore todas. Haverá os dias em que novos marcos do desenvolvimento serão alcançados. Festeje. Haverá dias em que as crianças dormirão melhor, faça aquela dancinha da felicidade. A vida ganha sentido e nossos potinhos de afeto e energia também se preenchem. Além disso, ensinamos aos nossos pequenos sobre gratidão pelas coisas simples.</p>
<h3>O dia-a-dia</h3>
<p>Pode ser que depois de noites sem dormir direito, com o peito dolorido e com um filho tendo pesadelos, tudo o que você mais deseje é que passe rapidinho. É compreensível. E o cansaço é real. Embora pareça uma eternidade em muitos momentos, o primeiro ano passa rápido. E, com ele, também passam as risadas gostosas, os potes todos retirados do armário, os passinhos de “pisando na Lua”. Se desejar um conselho meu: registre tudo.</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
<p>Interessou-se pelo tema? Então, inscreva-se gratuitamente na minha newsletter, a Newsleve, e receba semanalmente meus conteúdos sobre esse universo apaixonante da <a href="https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/"><strong>Perinatalidade e Parentalidade</strong></a>. Inscreva-se aqui: <a href="http://bit.ly/NewsLeve"><strong>NEWSLEVE</strong></a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/"><strong>aqui</strong></a>. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>A Psicologia Perinatal: 4 Fatos</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 10:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Paternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente concluí minha Pós-Graduação (Aperfeiçoamento) em Psicologia Perinatal e da Parentalidade e tornei-me membro da APPAH (The Association of Prenatal and Perinatal Psychology and Health) e quero compartilhar quatro fatos sobre esta área apaixonante. 1. O que é? A Psicologia Perinatal é área de trabalho focada na gravidez, parto e pós-parto 2. Quando surgiu? Sua &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A Psicologia Perinatal: 4 Fatos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente concluí minha Pós-Graduação (Aperfeiçoamento) em Psicologia Perinatal e da Parentalidade e tornei-me membro da APPAH (The Association of Prenatal and Perinatal Psychology and Health) e quero compartilhar quatro fatos sobre esta área apaixonante.</p>
<p><span id="more-666"></span></p>
<h3>1. O que é?</h3>
<p>A Psicologia Perinatal é área de trabalho focada na gravidez, parto e pós-parto</p>
<h3>2. Quando surgiu?</h3>
<p>Sua origem é recente. No Brasil, a pioneira foi Teresa Maldonado, na década de 70. Em seguida, vieram Fátima Bortolotti e Vera Iaconelli.</p>
<h3>3. O que faz o/a Psicólogo/a Perinatal?</h3>
<p>Psicólogo Perinatal é o profissional com conhecimento teórico e prático em temas como planejamento familiar, gravidez, parto, puerpério, parentalidade, perda e luto parental, adoção, sono, amamentação,<a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/"> desenvolvimento infantil</a>.</p>
<h3>4. Por que é importante?</h3>
<p>O período perinatal é um momento de potencial crise para o adoecimento mental, com impactos para a mãe, companheiro(a) e filho(a). Portanto, trabalhos de prevenção, <a href="https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/">psicoedução</a> e intervenção, quando conduzidos por profissionais atualizados e com formação na área, podem minimizar os riscos e também promover o desenvolvimento, a <a href="https://maternarmaisleve.com/5-sugestoes-de-atividades-para-proteger-a-saude-mental-da-mae-e-do-pai/">saúde e o bem-estar da família</a>.</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>Referência consultada para este post:</p>
<p><a href="https://doi.org/10.34119/bjhrv3n6-046">https://doi.org/10.34119/bjhrv3n6-046</a></p>
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		<item>
		<title>Construindo boas lembranças da infância: 5 ideias</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/construindo-boas-lembrancas-da-infancia-5-ideias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Dec 2021 14:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já notou que as crianças crescem muito rapidamente, e cabe a nós, mães e pais, criar e registrar esses momentos únicos. Final do ano pode ser uma boa oportunidade para construir boas lembranças da infância. Neste post, compartilho cinco ideias. 1. Fotografar o dia-a-dia O que hoje parece constante, em breve deixará de ser. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/construindo-boas-lembrancas-da-infancia-5-ideias/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Construindo boas lembranças da infância: 5 ideias</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já notou que as crianças crescem muito rapidamente, e cabe a nós, mães e pais, criar e registrar esses momentos únicos. Final do ano pode ser uma boa oportunidade para construir boas lembranças da infância. Neste post, compartilho cinco ideias.</p>
<p><span id="more-577"></span></p>
<h3>1. Fotografar o dia-a-dia</h3>
<p>O que hoje parece constante, em breve deixará de ser. Sabe aquela roupa que seu filho adora? Ou aquele brinquedo que está sempre por perto? Ou ainda, a carinha recém-acordada? Então, fotografe. Como você também importa, lembre-se de se fotografar também. Não deixe que seu cabelo ou sua roupa sejam impedimentos para ficar nos registros.</p>
<h3>2. Criar pequenos &#8220;rituais&#8221; em família</h3>
<p>Sempre que possível, incluam as crianças em atividades feitas em família. Por exemplo: na preparação do café da manhã de domingo, ajudando a colocar a mesa ou a fazer um suco ou um prato. Também pode ser feito na época de final de ano.  Desse modo, algumas possibilidades são: convidar as crianças para ajudarem na decoração natalina, na embalagem de presentes, ou na preparação de algum prato para a ceia.</p>
<h3>3. Criar uma conta de e-mail para seu(s) filho(s).</h3>
<p>Façam uma conta de e-mail. De tempos em tempos, envie mensagens, fotos, recadinhos. Quando seu filho for mais velho, dê-lhe o acesso a esta conta. Além disso, uma variação é criar um documento online (Google Doc, por exemplo) e escrever em ocasiões como aniversários, acontecimentos marcantes.</p>
<h3>4. Fazer um desenho juntos</h3>
<p>Esta atividade pode ser feita em qualquer época: basta papel, lápis, giz e muita criatividade. Para isso, no desenho coletivo, cada um desenha uma parte. Depois de pronto, vale a pena e anotar data e eventuais explicações sobre o desenho.</p>
<h3>5. Fazer o pote das boas lembranças.</h3>
<p>Definam uma frequência (diária, semanal ou mensal, por exemplo) para que cada membro da família escolha um momento de que gostou. Em seguida, esse momento deverá ser anotado num papel e colocado no pote (ou caixa) das lembranças. Adicionalmente, podem confeccionar o pote juntos, com desenhos, pinturas, colagens.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<item>
		<title>E quando as crianças ficam doentes? 5 sugestões para passar por isso sem adoecer também</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/quando-as-criancas-ficam-doentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Nov 2021 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[filhos doentes]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de dois]]></category>
		<category><![CDATA[mães e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade real]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bebês e crianças pequenas ficam doentes mesmo. Como o sistema imunológico ainda é imaturo, é comum quem adoeçam. Embora seja frequente, não deixa de ser um desafio para as mães, pais e demais cuidadores. Neste post, compartilho cinco sugestões para passar por isso sem colocar a própria sanidade em risco. 1. Tentar manter a calma. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/quando-as-criancas-ficam-doentes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">E quando as crianças ficam doentes? 5 sugestões para passar por isso sem adoecer também</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/quando-as-criancas-ficam-doentes/">E quando as crianças ficam doentes? 5 sugestões para passar por isso sem adoecer também</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bebês e crianças pequenas ficam doentes mesmo. Como o sistema imunológico ainda é imaturo, é comum quem adoeçam. Embora seja frequente, não deixa de ser um desafio para as mães, pais e demais cuidadores. Neste post, compartilho cinco sugestões para passar por isso sem colocar a própria sanidade em risco.<span id="more-573"></span></p>
<h3>1. Tentar manter a calma.</h3>
<p>Como escrevi acima, é comum que as crianças fiquem doentes. Já que o sistema imunológico está em amadurecimento, e que não podemos controlar ou evitar que adoeçam, podemos focar no que podemos controlar.</p>
<h3>2. Simplificar</h3>
<p>Durante o período em que o foco estará na recuperação das crianças, convém simplificar tudo o que for possível. Portanto, sempre que possível faça compras online, opte por disks/takeway. Se cozinhar em casa, as refeições de uma panela só ou de forno são ótimas opções. Também vale delegar o que for possível, bem como dividir as tarefas &#8211; caso tenham mais de um filho, é comum que ambas as crianças fiquem doentes, então a mãe e o  pai (ou outro familiar) poderão se dividir entre as crianças. Além disso, avaliem o que pode ser postergado &#8211; essa fase não durará para sempre. Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-aprendizados-para-dias-mais-exigentes/">aqui</a>, compartilho cinco aprendizados para os dias mais exigentes.</p>
<h3>3. Cuidar de si</h3>
<p>Com a correria e as prioridades modificadas, é quase inevitável se colocar para o final da lista. No entanto, cuidar de si mesma continua a ser importante. Primeiramente por si mesma. Em segundo lugar, para ter condições de cuidar deles. E em terceiro para assegurar a sua sanidade e bem-estar. Nos períodos mais corridos, as alternativas serão as atividades mais rápidas e que mais lhe deem prazer. Leia neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/autocuidado-para-maes-reais-4-dicas-bem-pe-no-chao/">aqui</a> algumas ideias de autocuidado para quem não tem muito tempo.</p>
<h3>4. Diminuir exigências e expectativas</h3>
<p>Diante do incontrolável, ajuda muito ter consciência e, principalmente, aceitar que a vida vai entrar num ritmo diferente por uns dias. Mesmo sabendo disso, é possível que a frustração apareça &#8211; e isso é natural. Além dos pequenos gestos de autocuidado, pode ser útil ter com quem conversar (e desabafar) sobre isso, sobretudo se for <a href="https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/">alguém que não lhe dá conselhos que você não solicitou</a>. Por fim, lembre-se de que essa fase não durará para sempre e vocês sairão mais fortalecidos após ela.</p>
<h3>5. Manter comunicação com pediatra e estar atenta aos sinais de alerta.</h3>
<p>Não tenha receio de parecer &#8220;exagerada&#8221;, pois mães são as maiores especialistas em seus filhos e se você notou algo de diferente, isso deve ser levado, sim, em consideração. Os orgãos de saúde apontam com sinais de alerta:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>temperatura superior a 38º C</li>
<li>prostração, gemido ou irritabilidade</li>
<li>recusa em se alimentar</li>
<li>vômitos ou fezes líquidas ou sanguinolentas</li>
<li>convulsões</li>
<li>manchas na pele tipo picada de alfinete que não desaparecem quando se pressiona com o dedo, ou hematomas de aparecimento súbito e agravamento progressivo</li>
<li>palidez acentuada e tom acinzentado</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Portanto se seu filho apresenta algum desses sinais busque ajuda imediatamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/quando-as-criancas-ficam-doentes/">E quando as crianças ficam doentes? 5 sugestões para passar por isso sem adoecer também</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em busca da creche? Cinco passos para ajudar nesse processo.</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/em-busca-da-creche-cinco-passos-para-ajudar-nesse-processo/</link>
					<comments>https://maternarmaisleve.com/em-busca-da-creche-cinco-passos-para-ajudar-nesse-processo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Oct 2021 14:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adaptação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[escolha da creche]]></category>
		<category><![CDATA[escolha da escola]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do bercário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossos filhos crescem rápido e é possível que neste momento vocês estejam ponderando matricular seu filho num berçário ou creche. Esse processo não é fácil, afinal estamos cuidando de quem é nosso maior amor e para quem queremos o melhor. Então, pensando nisso, preparei este post com cinco passos para ajudar nessa busca. 1. Envolvam &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/em-busca-da-creche-cinco-passos-para-ajudar-nesse-processo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Em busca da creche? Cinco passos para ajudar nesse processo.</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nossos filhos crescem rápido e é possível que neste momento vocês estejam ponderando matricular seu filho num berçário ou creche. Esse processo não é fácil, afinal estamos cuidando de quem é nosso maior amor e para quem queremos o melhor. Então, pensando nisso, preparei este post com cinco passos para ajudar nessa busca.</p>
<p><span id="more-544"></span></p>
<h3>1. Envolvam a criança na busca.</h3>
<p>Deixem que participem das visitas e que conheçam o ambiente escolar. Assim, as <a href="https://maternarmaisleve.com/5-ideias-para-celebrar-a-infancia-com-nossos-filhos/">crianças</a> precisam perceber, os dois ambientes (a casa e a escola) como locais seguros e atenciosos, que funcionam juntos, como uma equipe.</p>
<h3>2. Escolham aquela que tem os valores mais parecidos com os da sua família.</h3>
<p>Uma vez que a criança passará bastante tempo na instituição de ensino,  é importante que as pessoas envolvidas na criação da criança (mãe, pai, outros familiares) <a href="https://maternarmaisleve.com/pais-sim-mas-tambem-somos-um-casal-6-atitudes-positivas-para-a-vida-a-2/">conversem</a> entre si.</p>
<h3>3. Prestem atenção à dinâmica da escola.</h3>
<p>Conversem com os funcionários que estarão em contato com as crianças, façam as perguntas que acharem necessárias sobre as rotinas, os procedimentos, as formações, práticas pedagógicas.  Já que segurança também é importante, verifiquem se a escola adota as normas de segurança exigidas pelas autoridades competentes.</p>
<p>Como vocês se sentem enquanto estão na instituição de ensino também é um indicativo bem importante. Para isso, observem como vocês se sentem nesse momento e como é o acesso à equipe da escola (É fácil? Vocês se sentem acolhidos? São vistos como uma equipe?). Adicionalmente, lembrem-se que os primeiros contatos com eles são uma prévia do que estará por vir – por exemplo, se já são difíceis de contactar num momento em que deveriam estar à disposição, dificilmente isso mudará.</p>
<p>Também sejam bastante descritivos sobre a criança, informando características que possam facilitar E dificultar o processo. Afinal de contas é o amor da vida de vocês que passará bastante tempo no local.</p>
<h3>4. Busquem referências.</h3>
<p>Se possível, conversem com mães e pais que já têm filhos matriculados nessa escola para saber pela perspectiva deles como tem sido a experiência de seus filhos e o <a href="https://maternarmaisleve.com/4-sugestoes-para-o-cotidiano-da-vida-com-filhos/">dia-a-dia</a> na instituição de ensino.</p>
<h3>5. Mantenham o pé no chão.</h3>
<p>Lembrem-se de que não existe escola (berçário, creche) perfeito. Portanto, todas as instituições terão pontos positivos e negativos, por isso é bastante importante ter clareza do que para vocês é indispensável (e não negociável), o que pode ser flexibilizado e o que não pode ter de modo algum.</p>
<h3>Uma sugestão (gratuita)</h3>
<p>Nem sempre esse processo de identificar o que é indispensável, o que pode ser mudado e o que não será aceito é fácil, por isso desenvolvi esta checklist gratuita para ajudar na tomada de decisão. Se você se interessou, pode baixar a sua <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui.</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Bebê com APLV &#8211; 5 aprendizados que tivemos</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/cinco_aprendizados_com_aplv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2021 13:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[APLV]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais de primeira viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente, nossa bebê foi diagnosticada com alergia à proteína do leite de vaca (APLV), condição em que o organismo reage exageradamente ao consumo de leites e derivados, mesmo em doses pequenas. Então, após o diagnóstico (inesperado), tivemos de nos adaptar a uma nova realidade e temos aprendido bastante com isso. Neste post compartilho cinco aprendizados &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco_aprendizados_com_aplv/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Bebê com APLV &#8211; 5 aprendizados que tivemos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, nossa bebê foi diagnosticada com alergia à proteína do leite de vaca (APLV), condição em que o organismo reage exageradamente ao consumo de leites e derivados, mesmo em doses pequenas. Então, após o diagnóstico (inesperado), tivemos de nos adaptar a uma nova realidade e temos aprendido bastante com isso. Neste post compartilho cinco aprendizados que tivemos.</p>
<p><span id="more-533"></span></p>
<h3>1 – Buscar informação.</h3>
<p>Não tenha receio de perguntar e de tirar todas as suas dúvidas com os profissionais de saúde que os acompanham. Caso sinta necessidade, busque fontes confiáveis, atualizadas e fundamentadas em dados científicos de qualidade.</p>
<h3>2 – Encontrar grupos de mães e pais.</h3>
<p>Conversar com quem vive situações parecidas pode trazer um apoio extra. Além disso, nessa troca podem ser compartilhadas indicações e informações.</p>
<h3>3 – Adequar nossas expectativas.</h3>
<p>Fazer alguns lutos simbólicos,  porque expectativas que não vão corresponder à realidade.</p>
<h3>4 &#8211; Adaptar-se.</h3>
<p>Fazer os ajustes necessários e que a nova situação exige. Então, por exemplo, no caso da alergia à proteína do leite de vaca, são necessárias restrições alimentares, excluindo da dieta o leite de vaca e seus derivados.</p>
<h3>5 – Ter uma atitude compassiva (consigo e com os outros).</h3>
<p>Frequentemente, algumas mães se sintam culpadas, pensando se foi algo que fizeram ou deixaram de fazer. Portanto, é importante lembrar-se de que não temos controle sobre a maioria das situações e que o que leva a um quadro é, na maioria das vezes, devido a vários fatores.</p>
<h3><strong>Novidade!</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita com seis dicas muito práticas para encontrar leveza no pós-parto. Se você ainda não a tem, clique AQUI para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>4 sugestões para o cotidiano da vida com filhos</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/4-sugestoes-para-o-cotidiano-da-vida-com-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 12:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de casal]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de dois]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de duas]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de gêmeos]]></category>
		<category><![CDATA[mãe real]]></category>
		<category><![CDATA[vida com filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste post, quatro sugestões para mães no pós-parto e que passam o dia-a-dia cuidando de bebê e de criança mais velha.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Os dias são longos, mas os anos são curtos</em>”. Quem é que nunca ouviu isso, não é mesmo? O cotidiano com criança pequena e bebê pode ser bastante exigente, sobretudo para as mães, depois que passa a novidade da chegada do segundo (ou terceiro ou quarto) filho. Neste post compartilho quatro sugestões para quem está vivendo isso.</p>
<p><span id="more-530"></span></p>
<ol>
<li><strong>Esteja atenta às expectivas que você tem</strong> (sobre eles e também sobre si mesma). Às vezes sem nos darmos conta, criamos expectativas muito elevadas e, provavelmente, difíceis de se concretizarem. Entenda que criança chora, bebê também, mãe também se cansa, e imprevistos acontecem. Por isso, manter o pé no chão e, ao mesmo tempo, estar otimista e disponível para o que vier podem ajudar.</li>
<li><strong>Observe seus filhos</strong> (e as pistas que eles dão sobre como se sentem). O melhor manual sobre parentalidade é feito pelas nossas observações sobre nossas crianças e sobre o que vamos aprendendo na relação com elas.</li>
<li><strong>Cuide-se</strong>. Momentos mais difíceis surgirão (e acontece em todas as casas!), então se você estiver calma poderá passar por eles com mais tranquilidade. E estar calma é resultado direto de quem cuida de si mesma.</li>
<li><strong>Peça ajuda</strong>. Você não precisa dar conta de tudo, muito menos centralizar as responsabilidades e atividades. Quando fazemos isso, estamos aumentando a nossa (sobre)carga – que já é enorme!</li>
</ol>
<h3><strong>Novidade!</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita com seis dicas muito práticas para encontrar leveza no pós-parto. Se você ainda não a tem, clique AQUI para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Preparando a criança mais velha para a chegada do irmãozinho: 5 sugestões</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 17:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O positivo chegou e agora a família vai aumentar. Uma felicidade enorme, na maioria das vezes. E também um momento de inquietação e dúvidas sobre como conduzir o processo com a criança mais velha. Pensando nisso, preparei este post com cinco dicas para os pais. 1. Contem, com linguagem de acordo com a fase da &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Preparando a criança mais velha para a chegada do irmãozinho: 5 sugestões</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O positivo chegou e agora a família vai aumentar. Uma felicidade enorme, na maioria das vezes. E também um momento de inquietação e dúvidas sobre como conduzir o processo com a criança mais velha. Pensando nisso, preparei este post com cinco dicas para os pais.<span id="more-296"></span></p>
<h3>1. Contem, com linguagem de acordo com a fase da criança.</h3>
<p>A sugestão é que os pais contem ao filho sobre a chegada do irmão, o quanto antes possível. Não precisa de ser uma narrativa longa nem fantasiosa, muito pelo contrário: pode ser simples e de acordo com a idade da criança mais velha. Alguns pais sentem dificuldade em fazer isso e acabam postergando. No entanto, adiar pode tornar o momento mais complicado se por acaso a criança fica sabendo da gravidez por outras pessoas ou se escuta os pais falando sobre isso.</p>
<h3>2. Evitem criar expectativas na criança mais velha.</h3>
<p>Muitos pais (se não todos), sonham que os filhos serão amigos e se darão bem, mas isso não é algo que se possa prever. Em crianças pequenas, por exemplo, dizer que o irmão será um amiguinho pode produzir a expectativa irrealista de que o bebê, tão logo que nascer, poderá interagir e brincar. Quando a criança mais velha se depara com uma realidade muito diferente da expectativa, a frustração pode ser enorme. Neste caso, também vale dizer que no começo o bebê não brincará (os pais podem, inclusive, mostrar fotos e vídeos de quando a criança mais velha era bebê).</p>
<h3>3. Antes da chegada do bebê, reservem um tempo exclusivo para a criança mais velha.</h3>
<p>Uma vez que a chegada do bebê será uma mudança para toda a família, manter alguns pequenos hábitos relativamente estáveis ao longo do tempo pode produzir uma sensação de estabilidade e continuidade. O ideal é que este hábito seja iniciado com a criança mais velha antes do nascimento do bebê e que possa ser mantido depois da chegada dele. Pode ser uma hora passeando só com a mãe, um banho mais demorado, um momento de colo e história, ou outra atividade que faça sentido para vocês.</p>
<h3>4. Dispensem comentários do tipo: <em>“Vai perder o reinado”</em>, <em>“Coitadinho, vai sofrer”</em>.</h3>
<p>Como escrevi acima, será uma mudança bastante significativa e com potencial de produzir desconforto e inquietações. O mundo que a criança mais velha conhece se transformará e isso pode produzir bastante ansiedade. Podemos, então, substituir essas frases acima por atitudes empáticas de apoio, acolhimento e encorajamento à criança.</p>
<h3>5. Envolvam o filho mais velho nos preparativos para a chegada do mais novo.</h3>
<p>Mesmo que muita coisa possa fugir do controle (de todos), algumas podem ser controladas. Uma delas são os preparativos para a chegada do bebê. Convidem a criança mais velha para participar, descrevendo o que vai acontecer e incentivando seu envolvimento e seus comentários sobre esta etapa.</p>
<h3><strong>Lembrete</strong></h3>
<p>A chegada de um novo bebê à família é um momento especial e, ao mesmo tempo, de transformação. Neste processo, podem surgir dúvidas, inquietações e sentimentos variados. Se sentir necessidade, busque ajuda profissional para que você e sua família possam passar por esta fase da maneira mais leve possível.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. <strong>Se usar o conteúdo, coloque a referência</strong>. Imagens: banco de imagens do Canva.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Burnout parental: 5 coisas que você precisa saber</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/burnout-parental-5-coisas-que-voce-precisa-saber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 08:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguma vez você já acordou e apenas só de pensar nas tarefas a fazer, sentiu-se cansada e sem disposição? Ou teve a impressão de que antes era uma mãe melhor do que é atualmente? Neste post, quero compartilhar com você cinco coisas importantes sobre o burnout parental. Burnout parental: Cinco coisas que você precisa saber &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/burnout-parental-5-coisas-que-voce-precisa-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Burnout parental: 5 coisas que você precisa saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/burnout-parental-5-coisas-que-voce-precisa-saber/">Burnout parental: 5 coisas que você precisa saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguma vez você já acordou e apenas só de pensar nas tarefas a fazer, sentiu-se cansada e sem disposição? Ou teve a impressão de que antes era uma mãe melhor do que é atualmente? Neste post, quero compartilhar com você cinco coisas importantes sobre o <strong>burnout parental</strong>.</p>
<p><span id="more-271"></span></p>
<h3>Burnout parental: Cinco coisas que você precisa saber</h3>
<ol>
<li>Um grupo de pesquisadoras (a maioria delas são mães e eu sou integrante do grupo!) de mais de 40 países vem se dedicando a estudar o tema nos últimos anos. O ponto de partida foram os estudos sobre burnout no ambiente de trabalho. Ao longo das investigações, as pesquisadoras observaram que o <strong>burnout parental é diferente do burnout de trabalho</strong>. Nos próximos itens, apresento alguns resultados que elas encontraram.</li>
<li>Trata-se de uma <strong>condição que pode acontecer em qualquer momento da parentalidade</strong>, tanto com as mães quanto com os pais, em que eles podem sentir exaustão, contraste (acham que já não são os pais de antes), saturação e distanciamento emocional dos filhos.</li>
<li>Pode acontecer quando há <strong>um desequilíbrio entre recursos e riscos</strong>, ou seja, quando o que tenho de lidar ultrapassa o que me ampara,</li>
<li>Os estudos mostram que as <strong>mães têm mais probabilidade de desenvolver burnout parental do que os pais, mas que isso acontece quando todos os recursos já foram esgotados</strong></li>
<li>Os pais <strong>precisam de muito menos desequilíbrio entre recursos e riscos para entrar em burnout parental</strong></li>
</ol>
<h3>Lembrete</h3>
<p>O Burnout parental coloca em <strong>risco a saúde e o bem-estar</strong> de quem passa por ele, traz <strong>impactos para a <a href="https://maternarmaisleve.com/pais-sim-mas-tambem-somos-um-casal-6-atitudes-positivas-para-a-vida-a-2/">satisfação conjugal</a></strong> e pode colocar <strong>em risco o desenvolvimento das <a href="https://maternarmaisleve.com/em-casa-com-filhos-pequenos-5-dicas/">crianças</a></strong>. Felizmente, é uma <strong>condição que pode ser identificada e  tratada</strong> – dá para encontrar o <a href="https://maternarmaisleve.com/o_caminho_do_meio_criacao_de_filhos/">caminho do meio</a>! &#8211; e neste caso é de <strong>extrema importância contar com apoio profissional especializado</strong>.  Recentemente, fui co-autora de um artigo científico sobre o assunto: Matias, M., Aguiar, J., César, F., Braz, A. C., Barham, E. J., Leme, V., &#8230; &amp; Fontaine, A. M. (2020). The Brazilian–Portuguese version of the Parental Burnout Assessment: Transcultural adaptation and initial validity evidence. <i>New Directions for Child and Adolescent Development</i>.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Portanto, se usar o conteúdo, cite a referência.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/burnout-parental-5-coisas-que-voce-precisa-saber/">Burnout parental: 5 coisas que você precisa saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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