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	<title>Arquivos Saúde mental paterna - Maternar mais Leve</title>
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		<title>Literacia em saúde perinatal: três fatos interessantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2022 18:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
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		<category><![CDATA[literacia em saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Literacia é a habilidade de obter e utilizar informações sobre saúde. No caso da perinatalidade, período que vai da gravidez ao puerpério, passando pelo parto, as pessoas com filhos podem se deparar com diferentes assuntos sobre si e seus filhos. Nem sempre as informações chegam de maneira clara, no entanto, por ser uma habilidade, todos &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Literacia em saúde perinatal: três fatos interessantes</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Literacia é a habilidade de obter e utilizar informações sobre saúde. No caso da perinatalidade, período que vai da gravidez ao puerpério, passando pelo parto, as pessoas com filhos podem se deparar com diferentes assuntos sobre si e seus filhos. Nem sempre as informações chegam de maneira clara, no entanto, por ser uma habilidade, todos nós podemos aprender e desenvolver. Neste post, apresento três benefícios da literacia em saúde.</p>
<p><span id="more-643"></span></p>
<h3>1. Mais saúde e bem-estar</h3>
<p>Pessoas que mais utilizam a literacia podem ter mais saúde e bem-estar, quando comparadas com pessoas que têm menos literacia.</p>
<h3>2. Melhores decisões</h3>
<p>Com mais informações, as pessoas também se tornam capazes de distinguir o que é bom e o que não é. Desse modo, têm mais fundamentos para tomar decisões conscientes.</p>
<h3>3. Mais conhecimento</h3>
<p>A literacia também possibilita estabelecer ligações entre diferentes ações que, em conjunto, podem contribuir positivamente para a saúde e o bem-estar. Por exemplo, fazer um bom acompanhamento durante a gravidez auxilia não apenas ao parto, mas também à saúde da mãe e do bebê.</p>
<h3>Você sabia?</h3>
<p>Porque acredito que <strong>todas temos direito ao acesso à informação atualizada e confiável</strong>, compartilho neste blog informação fundamentada em evidência científica, usando linguagem descomplicada e acessível. Semanalmente envio uma Newsletter, a Newsleve, também com informação fundamentada em evidências, usando linguagem simples. Inscreva-se gratuitamente <strong><a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/b583edf60b">aqui</a>.</strong></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando este guia <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/">aqui</a>. Imagem: Banco de imagens do Canva. Além disso, os artigos usados como referência para este post são:</p>
<p>World Health Organization (2013). Health literacy: the solid facts. Disponível em: <a href="https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/128703/e96854.pdf">https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/128703/e96854.pdf</a></p>
<p>doi: 10.1097/PHH.0000000000001324</p>
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		<title>5 sugestões de atividades para proteger a saúde mental da mãe (e do pai)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 18:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[pós-parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escrevo este post após voltar de uma caminhada ao ar livre, quando surgiu a ideia para este tema. Muitas mães (e pais) talvez não saibam, mas há pequenos gestos simples – todos estudados e com evidências de efetividade &#8211; que podem fazer para cuidar da sua saúde mental, especialmente no período entre gravidez, parto e &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-sugestoes-de-atividades-para-proteger-a-saude-mental-da-mae-e-do-pai/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 sugestões de atividades para proteger a saúde mental da mãe (e do pai)</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo este post após voltar de uma caminhada ao ar livre, quando surgiu a ideia para este tema. Muitas mães (e pais) talvez não saibam, mas há pequenos gestos simples – todos estudados e com evidências de efetividade &#8211; que podem fazer para cuidar da sua saúde mental, especialmente no período entre gravidez, parto e puerpério. Neste post, apresento cinco deles.</p>
<p><span id="more-627"></span></p>
<h3>1. Contato com a natureza</h3>
<p>Estar ao ar livre, em contato com a natureza pode produzir efeitos positivos no alívio do estresse. Adicionalmente, pesquisadores (1) encontraram evidências de que fazer atividades de atenção plena (veja o item 4!) em espaços verdes produz menos ruminações e mais atitudes de reflexão, quando comparados com práticas realizadas em espaços fechados.</p>
<h3>2. Música</h3>
<p>Pesquisadores (2) que investigaram potenciais benefícios da música para grávidas encontraram que ouvir música está associado a menores níveis de ansiedade em mulheres grávidas. Também há efeitos ansiolíticos ao ouvir música em casa.</p>
<h3>3. Atividade física</h3>
<p>Uma pesquisa de 2020 (3) encontrou uma associação inversa entre a redução de atividade física e o aumento de níveis de ansiedade e de sintomas depressivos durante o período perinatal.</p>
<h3>4. Atenção plena (ou “mindfulness”).</h3>
<p>Há evidências (4) de que exercícios de atenção plena, com ensino de habilidades e de práticas meditativas, pode reduzir o risco de depressão no período entre gravidez, parto e pós-parto.</p>
<h3>5. Yoga</h3>
<p>Uma revisão sistemática realizada em 2012 (5) encontrou que a prática de Yoga produz melhoras nos níveis de estresse, qualidade de vida, aspectos dos relacionamentos interpessoais, funcionamento do sistema nervoso e parâmetros do parto como conforto, dor e duração.</p>
<h3>Dica extra!</h3>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva. Além disso, os artigos usados como referência para este post são:</p>
<p>1 10.1016/j.landurbplan.2020.103886</p>
<p>2 10.3390/jcm8111884</p>
<p>3 10.1007/s00404-020-05570-x</p>
<p>410.1037/ccp0000068</p>
<p>5 10.1155/2012/715942</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>3 sugestões para rever o SEU consumo digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jan 2022 19:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
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		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo ou nutrição digital, sobretudo a exposição a telas, tem sido associada à saúde mental em crianças, jovens e adultos. Se por um lado, a tecnologia nos permite acesso relativamente fácil e rápido a informações e a recursos positivos, por outro, seu consumo excessivo está relacionado a ansiedade, depressão, distúrbios do sono. Uma vez &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/3-sugestoes-para-rever-o-consumo-digital/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">3 sugestões para rever o SEU consumo digital</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo ou nutrição digital, sobretudo a exposição a telas, tem sido associada à saúde mental em crianças, jovens e adultos. Se por um lado, a tecnologia nos permite acesso relativamente fácil e rápido a informações e a recursos positivos, por outro, seu consumo excessivo está relacionado a ansiedade, depressão, distúrbios do sono. Uma vez que a literacia sobre nutrição digital é um dos pilares para o autocuidado, neste post apresento três sugestões para rever seu consumo digital.</p>
<p><span id="more-614"></span></p>
<h3>1. Refletir sobre que tipo de conteúdo de que se gosta.</h3>
<p>Para começar, pense no que você busca: informação, apoio, entretenimento. Além disso, avalie criticamente se o conteúdo e o que ele pode lhe acrescentar.</p>
<h3>2. Prestar atenção ao que se sente diante dos conteúdos consumidos.</h3>
<p>Se você se sente pior do que estava antes de ler/assistir/ouvir determinado conteúdo, pode ser um indicativo importante. Nesse caso, você pode experimentar “dar um tempo”, ou desativando as notificações desse conteúdo ou deixando de seguir.</p>
<h3>3. Limitar o seu tempo de exposição.</h3>
<p>Para isso, você pode usar algumas estratégias. Uma delas é efetuar o log out da sua conta. Desse modo, na próxima vez que entrar, precisará inserir novamente com seus dados – geralmente esse “obstáculo” funciona como um lembrete. Outra opção é desinstalar aplicações do seu telefone, reduzindo, portanto, a acessibilidade.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Portanto, todos os direitos são reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Para este post, a imagem utilizada é do Banco de imagens do Canva. Além disso, foram consultadas as fontes: 10.1016/j.ypmed.2012.05.003 e 10.3389/fpsyg.2021.646368</p>
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		<title>4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/4-beneficios-do-babywearing-para-a-saude-mental-perinatal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2022 20:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Babywearing é a prática de carregar os filhos no colo usando mochilas, slings ou outros carregadores ergonômicos por mães e demais cuidadores das crianças. Embora a prática seja ancestral – povos em diferentes continentes usam a técnica há anos -, mais recentemente ela cresce em sociedades ocidentais. Além da praticidade, há outros possíveis benefícios. Neste &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-beneficios-do-babywearing-para-a-saude-mental-perinatal/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Babywearing é a prática de carregar os filhos no colo usando mochilas, slings ou outros carregadores ergonômicos por mães e demais cuidadores das crianças. Embora a prática seja ancestral – povos em diferentes continentes usam a técnica há anos -, mais recentemente ela cresce em sociedades ocidentais. Além da praticidade, há outros possíveis benefícios. Neste post, abordo quatro deles para a saúde mental perinatal.</p>
<p><span id="more-609"></span></p>
<h3>1. Proximidade das crianças</h3>
<p>Manter as crianças por perto, principalmente se estiverem à frente, estimula a liberação de ocitocina. Por sua vez, este hormônio está associado a estados de humor positivos.</p>
<h3>Menos choro</h3>
<p>Uma vez que estão próximos, as/os cuidadores reconhecem mais rapidamente os sinais do bebê/criança quando acordados, com sono ou com fome. Assim, as pessoas que estejam carregando podem agir mais rapidamente. Desse modo, com as necessidades atendidas antes, a probabilidade de choro diminui.</p>
<h3>Mobilidade</h3>
<p>Quando conciliam carregar os bebês e ter as mãos livres, as mães ganham mobilidade. Uma vez que há fases em que as crianças tendem a procurar mais o colo da mãe, é bastante comum que a mãe se sinta “presa”. Portanto, utilizar um carregador possibilita tanto atender a necessidade de proximidade física (por parte da criança), bem como dar autonomia e movimento à mãe. Desse modo, a mãe pode fazer caminhadas e outras atividades físicas (como a dança, por exemplo), práticas que também contribuem para a saúde mental.</p>
<h3>Menos pensamentos negativos</h3>
<p>Numa pesquisa online sobre saúde mental materna e uso de carregadores, os pesquisadores descobriram que pensamento negativo repetitivo foi significativamente menor para as mães que faziam babywearing. Adicionalmente, a saúde mental positiva foi significativamente maior. Por fim, não houve diferença entre o tempo em que os bebês foram carregados.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Portanto, todos os direitos são reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Para este post, a imagem utilizada é do Banco de imagens do Canva. Além disso, foram consultadas as fontes: 10.1016/j.infbeh.2020.101494 e 10.1080/02646838.2021.2012647</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 16:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Fiz assim com meus filhos e ninguém morreu&#8221;, ou &#8220;Nossa, por que você é tão radical?&#8221;, quem tem filhos provavelmente já ouviu frases assim. Certamente não são as melhores palavras que podemos receber como apoio. Como lidar com leveza diante desses conselhos não solicitados? Neste post, partilho cinco estratégias. 1. Ter consciência. Estar conscientes do &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Fiz assim com meus filhos e ninguém morreu&#8221;, ou &#8220;Nossa, por que você é tão radical?&#8221;, quem tem filhos provavelmente já ouviu frases assim. Certamente não são as melhores palavras que podemos receber como apoio. Como lidar com leveza diante desses conselhos não solicitados? Neste post, partilho cinco estratégias.</p>
<p><span id="more-565"></span></p>
<h3>1. Ter consciência.</h3>
<p>Estar conscientes do que é importante para vocês na criação dos filhos. Portanto, as pessoas que criam os filhos precisam de conversar sobre o que cada um vê como essencial, desejável, &#8220;neutro&#8221; e inaceitável. Se tiver dificuldades em como fazer isto, minha sugestão é este quadro que fiz e que pode ser baixado gratuitamente <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui</a> para vocês utilizarem como roteiro.</p>
<h3>2. Estabelecer uma parceria</h3>
<p>Depois de definirem o que para vocês é essencial, desejável, neutro e inaceitável, firmem uma parceria, de modo que um seja o ponto de apoio do outro quando receberem palpites indesejados. Por exemplo, vocês podem definir quem será a pessoa a responder ao conselho: se vier de alguém da sua família, poderá ser você, se isso for tranquilo para si. Caso contrário, poderá ser a outra pessoa a receber o conselho, se ele for visto como um interlocutor mais neutro. Esta solução ajuda a reduzir reações mais intensas por parte de quem dá o conselho. Além disso, fortalece o companheirismo entre vocês.</p>
<h3>3. Ser firme e gentil.</h3>
<p>Na maioria das vezes, a outra pessoa não quer ser convencida das escolhas de vocês, mas sim (auto)afirmar e validara dela. Então, uma opção para minimizar conflitos adicionais é agradecer, dizer que irão pensar sobre e mudar de assunto.</p>
<h3>4. Manter-se informada(o).</h3>
<p>Estabeleçam uma comunicação direta com as/os profissionais de saúde que os acompanham.  Decisões bem fundamentadas em informações atualizadas não apenas trazem mais segurança, como também  são ótimos recursos para acalmar opiniões de terceiros. Desse modo, o clássico: “a pediatra disse/recomendou&#8221; não costuma falhar.</p>
<h3>5. Entender que o conselho do outro é sobre ele, não sobre sua família.</h3>
<p>Em seu livro &#8220;A coragem de ser imperfeito&#8221;, a escritora Brené Brown aborda o assunto. Nas palavras dela: &#8220;Quando nos agarramos obessivamente às nossas escolhas sobre educação e vemos alguém praticando outras formas, geralmente percebemos essa diferença como uma afronta ao modo como educamos nossos filhos&#8221;.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/">5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<title>Cinco aprendizados que a segunda viagem me trouxe</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/cinco-aprendizados-que-a-segunda-viagem-me-trouxe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Nov 2021 15:04:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[mãe de gêmeos]]></category>
		<category><![CDATA[Mães de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[pais de segunda viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seis meses depois da chegada de minha segunda filha, resolvi refletir e avaliar o que aprendi durante esse período. Então, neste post, compartilho cinco lições como mãe de dois. 1. Cada filho = uma maternidade diferente. É impressionante como duas (ou mais) crianças, vindas da mesma mãe,  podem ser tão diferentes, tanto para hábitos de &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-aprendizados-que-a-segunda-viagem-me-trouxe/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Cinco aprendizados que a segunda viagem me trouxe</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis meses depois da chegada de minha segunda filha, resolvi refletir e avaliar o que aprendi durante esse período. Então, neste post, compartilho cinco lições como mãe de dois.</p>
<p><span id="more-558"></span></p>
<h3>1. Cada filho = uma maternidade diferente.</h3>
<p>É impressionante como duas (ou mais) crianças, vindas da mesma mãe,  podem ser tão diferentes, tanto para hábitos de sono (tema do <a href="https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">post</a> anterior), higiene e alimentação. Embora numa segunda viagem você já tenha mais conhecimentos e experiências, ainda assim há muito o que aprender com cada nova criança que chega. Portanto, manter um olhar atento para as particularidades e necessidades de cada uma delas pode tornar a experiência mais positiva tanto para a mãe quanto para as crianças.</p>
<h3>2. O bom é realmente inimigo do ótimo.</h3>
<p>Se com um filho já notamos que a perfeição pode nos colocar em situações muito difíceis, com mais de um filho torna-se essencial diminuir os padrões de exigência e aumentar a autocompaixão (sugiro a leitura deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/autocompaixao-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>). Se não dá para cumprir todos os vinte itens da checklist, então reformule uma lista menor, com poucos itens (os mais essenciais). Também é essencial ter consciência de que em muitos dias só será possível cumprir um ou dois deles.</p>
<h3>3. Leveza é comportamento.</h3>
<p>Com dois ou mais filhos, aumentam as chances de mais situações estressantes &#8211; e elas são inevitáveis em muitas vezes. Assim, a leveza é fundamental. Para muitas pessoas, a leveza parece distante e intangível. Então, &#8220;traduzindo&#8221;: leveza é ação. E sendo ação, significa  mudar a forma de ver as coisas ao redor, entendendo que elas são o que são (nem boas nem más). Ao mesmo tempo, agir com leveza também pode ser buscar soluções mais práticas, sem pesar para si ou para os outros. Em outras palavras, se é ação, então podemos escolher como vamos encarar e reagir diante do que nos acontece.</p>
<h3>4. A nossa saúde importa.</h3>
<p>Para estar inteira e presente diante de tudo que a maternidade nos traz, desde os sorrisos gostosos até os momentos em que um filho derruba água na mesa e a outra, no mesmo instante, faz um cocô daqueles que vai até o meio das costas, precisamos de estar bem. Emocional e fisicamente bem. Então, prevenir ou intervir são essenciais: adotar uma alimentação saudável, beber água, manter as consultas médicas em dia, fazer exercício físico (mesmo que por menos tempo do que gostaria), sempre que possível deitar-se nos mesmos horários.</p>
<h3>5. Se está se sentindo ressentida com alguém, pode ser que não esteja havendo parceria.</h3>
<p>Se de repente você se sente irritada com seu <a href="https://maternarmaisleve.com/pais-sim-mas-tambem-somos-um-casal-6-atitudes-positivas-para-a-vida-a-2/">companheiro</a>, é possível que seja um sinal de que a parceria não está tão equilibrada como poderia. Ou porque é difícil abrir mão (do controle) e delegar, ou porque a divisão entre vocês não está funcionando como poderia. Você não precisa assumir todas as responsabilidades. Pelo contrário: pode e deve acionar a rede de apoio para o que precisar, desde itens mais práticos (fazer compras, cozinhar) até outros mais abstratos (pedir um &#8220;colo&#8221; num momento difícil). Além disso, pode &#8211; e deve &#8211; avaliar constantemente a parceria, sinalizando com firmeza e gentileza, o que/como gostaria que a parceria estivesse funcionando.</p>
<h3>Uma sugestão (gratuita)</h3>
<p>Nem sempre esse processo de identificar o que é indispensável, o que pode ser mudado e o que não será aceito é fácil, por isso desenvolvi esta checklist gratuita para ajudar na tomada de decisão. Se você se interessou, pode baixar a sua <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui.</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Bebês que acordam muito: 3 coisas que você precisa saber</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2021 09:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro ano com um bebê é bastante especial e com muitos acontecimentos memoráveis. Todavia, também é muito cansativo. Para muitas mães e pais, a privação de sono é um desafio enorme. O post de hoje contém três informações sobre sono, maternidade, saúde e bem-estar. O sono, ou melhor, a falta dele costuma ser uma &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Bebês que acordam muito: 3 coisas que você precisa saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro ano com um bebê é bastante especial e com muitos acontecimentos memoráveis. Todavia, também é muito cansativo. Para muitas mães e pais, a privação de sono é um desafio enorme. O post de hoje contém três informações sobre sono, maternidade, saúde e bem-estar.</p>
<p><span id="more-553"></span></p>
<p>O sono, ou melhor, a falta dele costuma ser uma das maiores dificuldades no primeiro ano de um bebê. Além dos desafios do pós-parto e de etapas importantes do desenvolvimento, como, por exemplo,<a href="https://maternarmaisleve.com/3-aprendizados-que-tive-com-a-introducao-alimentar-dos-meus-filhos/"> a introdução alimentar</a>, as pessoas com filhos se deparam elas próprias com as consequências da mudança no sono. Uma vez que a qualidade do sono tem impacto sobre saúde (física e mental) e bem-estar, há uma quantidade significativa de estudos sobre o tema. E esses estudos têm feito achados que precisam de chegar aos principais afetados: as mães e os pais.</p>
<h3>1. Não é só impressão: a qualidade do sono dimini mesmo.</h3>
<p>Nas mães, a satisfação com a qualidade do sono cai ao longo dos trimestres da gestação. Após o nascimento, a satisfação continua a cair, atingindido ao menor nível durante os primeiros três meses. Embora a satisfação volte a subir, durante os primeiros seis anos de vida ela geralmente não retoma ao nível pré-gravidez.</p>
<h3>2. Mães de primeira ou mais viagens e o sono: semelhanças e diferenças.</h3>
<p>Para as <a href="https://maternarmaisleve.com/maes-de-primeira-viagem-5-coisas-que-voce-precisa-saber/">mães de primeira viagem</a>, a satisfação com o sono passa por uma queda maior do que para as mães de mais viagens. No entanto, as mudanças na duração do sono, começadas na gravidez, também geralmente só retomam ao patamar pré-gravidez após os seis anos de idade da criança, independente do número de filhos. Uma vez que a fase da gravidez até os seis anos coincide com muitas aquisições desenvolvimentais infantis bem como com mudanças expressivas na vida familiar, as alterações no sono são comuns e de certo modo esperadas &#8211; muito embora possam comprometer de maneira bastante significativa o bem-estar da família.</p>
<h3>3. E os pais?</h3>
<p>Assim como as mães, os <a href="https://maternarmaisleve.com/05-dicas-para-um-pai-no-pos-parto/">pais</a> também passam por mudanças na satisfação e na duração do sono, porém menores do que as observadas nas mães. Como geralmente são as mães que acordam mais à noite para amamentar ou oferecer a mamadeira, não é surpreendente que o declínio seja mais pronunciado para elas.</p>
<h3>Uma sugestão (gratuita)</h3>
<p>Nem sempre esse processo de identificar o que é indispensável, o que pode ser mudado e o que não será aceito é fácil, por isso desenvolvi esta checklist gratuita para ajudar na tomada de decisão. Se você se interessou, pode baixar a sua <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui.</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®, com base no artigo científico https://doi.org/10.1093/sleep/zsz015. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>6 coisas para viver enquanto se espera</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2020 08:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez é um momento de intensas transformações para a mulher, o bebê, o casal, a família. Algumas vivências serão exclusivas desta fase e merecem ser registradas, também há decisões que precisam ser conversadas e tomadas durante este momento. Neste post, compartilho seis sugestões do que você pode viver enquanto está à espera do bebê. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">6 coisas para viver enquanto se espera</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez é um momento de intensas transformações para a mulher, o bebê, o casal, a família. Algumas vivências serão exclusivas desta fase e merecem ser registradas, também há decisões que precisam ser conversadas e tomadas durante este momento. Neste post, compartilho seis sugestões do que você pode viver enquanto está à espera do bebê. Vamos?</p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<h3>1. Busque informações sobre gravidez, tipos de parto, pós-parto, amamentação, sono do bebê, desenvolvimento no primeiro ano de vida.</h3>
<p>Como há muito material disponível (e por vezes são contraditórios), escolha as informações preparadas, avaliadas e divulgadas por especialistas. Se possível, participe de cursos de preparação para o parto (peça indicações à obstetra e à equipe que a acompanha) e grupos de gestantes.</p>
<h3>2. Cuide de si.</h3>
<p>Reserve um tempo para si, descanse, faça as atividades de que gosta, desacelere (se possível!). A sua saúde e o seu bem-estar físico e emocional importam! Caso queira saber mais sobre a importância de olhar para si mesma durante a gravidez, veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>.</p>
<h3>3. Passe um tempo de qualidade com seu companheiro.</h3>
<p>Aproveitem esse tempo da espera para momentos de intimidade, cumplicidade e companheirismo. Portanto, conversem sobre si, sobre as expectativas e os sentimentos que têm, façam as atividades de que vocês gostam. Se precisar de sugestões, recomendo que leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui.</a></p>
<h3>4. Caso já tenha um filho, aproveite esse tempo com ele.</h3>
<p>Construam memórias felizes juntos, mantenham a rotina que vocês gostam, conversem, brinquem. Além disso, envolva-o nos preparativos para a chegada do bebê. Há um tempo escrevi <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">este post</a> sobre como ajudar a criança mais velha nesta fase, sugiro a leitura dele.</p>
<h3>5 . Registre as lembranças da gravidez.</h3>
<p>Assim como no item anterior, construa as recordações da sua gestação. Então, documente esse período tão especial com fotografias, anotações (que podem ser partilhadas ou não), vídeos.</p>
<h3>6. Organize-se para o enxoval</h3>
<p>Antes de comprar, pense e pesquise bastante sobre o que faz sentido ter e sobre o que é compatível com o orçamento reservado para isto. Assim, converse com outras pessoas, avalie os produtos, reflita sobre o que é essencial para que tudo o que for adquirido seja realmente utilizado. Frequentemente as pessoas acabam por comprar mais do que o necessário, de modo que um conjunto mais enxuto de itens (que possam ser aproveitados mais e por mais tempo) pode ser uma escolha bastante estratégica.</p>
<h3><em>Sobre este post</em></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/">6 coisas para viver enquanto se espera</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<item>
		<title>Olhe para si mesma: cinco atitudes importantes para as mães</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 12:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Espelho materno]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre o casal que espera (se ainda não leu, veja aqui). Agora quero falar sobre a mãe e na importância de continuar olhando para si mesma. Neste post, compartilho os “5 As” que podem ajudar. &#160; 1. Autoconhecimento. A gestação — e não apenas nessa fase — pode ser uma oportunidade &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Olhe para si mesma: cinco atitudes importantes para as mães</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="tn73-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="tn73-0-0"><span data-offset-key="tn73-8-0">No post anterior, escrevi sobre o casal que espera (se ainda não leu, veja <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui</a>). Agora quero falar sobre a mãe e na importância de continuar olhando para si mesma. Neste post, compartilho os “5 As” que podem ajudar.</span></div>
<div data-offset-key="tn73-0-0"></div>
</div>
<p><span id="more-307"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="6ifvf-0-0">
<h3 class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="6ifvf-0-0"><span data-offset-key="6ifvf-0-0">1. Autoconhecimento.</span></h3>
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="6ifvf-0-0"><span data-offset-key="6ifvf-0-0">A gestação — e não apenas nessa fase — pode ser uma oportunidade para você dedicar um tempo para olhar para si e procurar descobrir mais sobre si. Autoconhecimento não é inatingível, tampouco restrito a um conjunto de pessoas, mas sim uma atitude atenta para quem você é. Você pode se perguntar sobre o que gosta, o que a define, quais são as coisas de que mais gosta em si, quem é nos seus relacionamentos, como foi/é a sua história, em que acredita.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="6ifvf-0-0"></div>
<div data-offset-key="6ifvf-0-0"></div>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="5q8m2-0-0">
<h3 class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="5q8m2-0-0"><span data-offset-key="5q8m2-0-0">2. Auto-observação. </span></h3>
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="5q8m2-0-0"><span data-offset-key="5q8m2-0-0">Em muitos momentos, é esperado que o bebê (e os outros filhos) precisarão de sua atenção e de seu tempo, mas isso não significa que você não tenha importância. Portanto não se esqueça de si mesma e de estar atenta ao que sente, pensa e faz!</span></div>
</div>
<div data-offset-key="5q8m2-0-0"></div>
<div data-offset-key="5q8m2-0-0"></div>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="2giji-0-0">
<h3 class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="2giji-0-0"><span data-offset-key="2giji-0-0">3. Autocuidado. </span></h3>
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="2giji-0-0"><span data-offset-key="2giji-0-0">Além de focar no bebê, mantenha o hábito de olhar para si mesma e de considerar que suas necessidades também são tão importantes. Existem muitas pesquisas que mostram a importância do autocuidado à saúde e aos relacionamentos. Se possível, comece já na gravidez a cultivar uma rotina de autocuidado compatível com seu tempo e coerente com os seus gostos e interesses. Se quiser saber mais sobre o tema, veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/autocuidado-para-maes-reais-4-dicas-bem-pe-no-chao/">aqui</a>.</span></div>
<div data-offset-key="2giji-0-0"></div>
<div data-offset-key="2giji-0-0"></div>
</div>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="35b00-0-0">
<h3 class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="35b00-0-0"><span data-offset-key="35b00-0-0">4. Autocompaixão. </span></h3>
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="35b00-0-0"><span data-offset-key="35b00-0-0">Durante a maternidade, você aprenderá muito, em alguns momentos estreará sem ensaiar, errará incontáveis vezes e também chegará perto do seu limite. Embora seja o percurso esperado, não são vivências confortáveis na maioria das vezes. Portanto, por si mesma, sua família e a saúde emocional de vocês, seja gentil consigo própria e mantenha o foco no que você já tem. Além disso, permita-se encontrar o seu caminho do meio na criação dos filhos (se quiser saber mais sobre isto, sugiro este post <a href="https://maternarmaisleve.com/o_caminho_do_meio_criacao_de_filhos/">aqui</a>).</span></div>
<div data-offset-key="35b00-0-0"></div>
<div data-offset-key="35b00-0-0"></div>
</div>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="7a7a2-0-0">
<h3 class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="7a7a2-0-0"><span data-offset-key="7a7a2-0-0">5. Aceitação. </span></h3>
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="7a7a2-0-0"><span data-offset-key="7a7a2-0-0">Entenda e, principalmente, aceite que haverá muitas coisas que você não poderá controlar. Como escreveu a Brené Brown, em seu livro “A coragem de ser imperfeito”: “<em>Não podemos optar por ficar de fora da incerteza, do risco e da exposição emocional que perpassam nossa experiência diária. A vida é vulnerável</em>”.</span></div>
<div data-offset-key="7a7a2-0-0"></div>
<div data-offset-key="7a7a2-0-0"></div>
</div>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="a8jsr-0-0">
<h3 class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="a8jsr-0-0"><span data-offset-key="a8jsr-0-0">Lembrete</span></h3>
</div>
<div class="default_block_style" data-block="true" data-editor="5tr12" data-offset-key="n0d3-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="n0d3-0-0"><span data-offset-key="n0d3-0-0">Você já deve ter lido e ouvido que a maternidade é transformadora. Na gravidez, por exemplo, além das transformações físicas visíveis, a mulher também passa por mudanças emocionais, sociais e relacionais. Algumas serão mais e outras menos duradouras, fato é que ninguém consegue retornar exatamente ao ponto em que estava antes da gravidez. Estar consciente disso e de si mesma pode ajudar bastante no processo.  Logo não espere o bebê nascer para pensar nisso! Se você sentir alguma dificuldade durante este processo, não deixe de buscar ajuda profissional.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="n0d3-0-0"></div>
<div data-offset-key="n0d3-0-0"></div>
<div data-offset-key="n0d3-0-0">
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">Olhe para si mesma: cinco atitudes importantes para as mães</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<title>Esperando juntos: quatro coisas sobre as quais todo casal precisa conversar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 16:12:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre a importância de se ajudar a criança mais velha para a chegada do bebê (se ainda não leu, veja aqui). Outro ponto super importante durante a gestação é a vida a dois, mais especificamente, sobre o que o casal precisa conversar enquanto espera – até porque após o nascimento serão &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Esperando juntos: quatro coisas sobre as quais todo casal precisa conversar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre a importância de se ajudar a criança mais velha para a chegada do bebê (se ainda não leu, veja <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">aqui</a>). Outro ponto super importante durante a gestação é a vida a dois, mais especificamente, sobre o que o casal precisa conversar enquanto espera – até porque após o nascimento serão tantas as demandas e ajustes na rotina que as oportunidades de conversa e contato podem se reduzir. Neste post, sugiro quatro temas para o casal conversar antes do bebê nascer.</p>
<p><span id="more-302"></span></p>
<h3>1. Conversem sobre o que cada um está pensando e sentindo.</h3>
<p>A possibilidade de engravidar, as suas tentativas bem como a sua posterior confirmação – e toda as mudanças que virão a seguir &#8211; podem produzir uma variedade de pensamentos e sentimentos. Conversar sobre isso com o(a) outro(a), pode ajudar bastante na proximidade para o casal, fortalecendo o relacionamento.</p>
<h3>2. Contem sobre como cada um vê o relacionamento.</h3>
<p>A relação de vocês irá mudar com a chegada do bebê – é fato – e isso não necessariamente precisa de ser motivo de medo ou receios. Será diferente, é verdade, e exatamente por isso ter a oportunidade de conversar com o(a) outro(a) antecipadamente pode ajudar a identificar o que já está bom e o que precisa de ser cuidado. Uma comunicação mais aberta ajuda bastante na redução de conflitos.</p>
<h3>3. Compartilhem suas visões, desejos e expectativas relacionadas à chegada do bebê e à criação de filhos.</h3>
<p>Ao longo da vida, vamos adquirindo referências, modelos e opiniões sobre maternidade, paternidade e criação de filhos. Na maioria das vezes, há muitas divergências entre essas visões. Supor que o(a) outro(a) concorda consigo pode ser uma fonte de frustração e de conflito para o casal quando a realidade se mostra diferente. Portanto, enquanto esperam conversem sobre o que pensam sobre parto, sobre o papel de cada um, como esperam que o filho será, como acham que será amamentação, introdução alimentar, desfralde, sono do bebê, aspectos de criação e disciplina das crianças. Quando vocês conversam sobre isso, além de verbalizarem sobre o que realmente pensam, vocês se alinham e isto os fortalece para os eventuais palpites vindos de outros familiares.</p>
<h3>4. Decidam junto sobre possíveis pontos de estresse: questões financeiras, organização de tempo e divisão de tarefas.</h3>
<p>Não deixem para descobrir como será só depois de acontecer, pois com a chegada de um novo membro à família, vocês terão muitas tarefas e adaptações, que também podem ser muito estressantes por si só. Questões financeiras, organização de tempo e divisão de tarefas costumam ser fontes adicionais de estresse, mas que se olhados com antecedência podem ser evitados. Conversem abertamente sobre reserva financeira, sobre como será a contribuição de cada um, qual a estimativa de gastos, como gostariam de organizar o tempo e como se dispõe a colaborar na divisão de tarefas.</p>
<h3>Lembrete</h3>
<p>Haverá muitas situações em que vocês terão pouco ou nenhum controle, mas há outras em que esse controle é possível. A comunicação entre o casal é um desses exemplos em que existe algum tipo de controle. Encarem o período da espera como oportunidade para conversarem sobre o que estão pensando e sentindo, o que os preocupa, o que os alegra e como gostariam de fazer após a chegada do bebê. Cuidar da relação do casal pode ter impactos muito importantes para a saúde mental materna (leia mais sobre o tema neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/setembro-amarelo-e-saude-mental-materna-quatro-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>) e paterna (veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/paternar-mais-leve-cinco-fatos-sobre-o-primeiro-ano-da-paternidade/">aqui</a>. Caso sintam necessidade, vocês podem e devem buscar ajuda profissional.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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