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	<title>Arquivos Pré-natal - Maternar mais Leve</title>
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		<title>A Psicologia Perinatal: 4 Fatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 10:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde perinatal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente concluí minha Pós-Graduação (Aperfeiçoamento) em Psicologia Perinatal e da Parentalidade e tornei-me membro da APPAH (The Association of Prenatal and Perinatal Psychology and Health) e quero compartilhar quatro fatos sobre esta área apaixonante. 1. O que é? A Psicologia Perinatal é área de trabalho focada na gravidez, parto e pós-parto 2. Quando surgiu? Sua &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A Psicologia Perinatal: 4 Fatos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente concluí minha Pós-Graduação (Aperfeiçoamento) em Psicologia Perinatal e da Parentalidade e tornei-me membro da APPAH (The Association of Prenatal and Perinatal Psychology and Health) e quero compartilhar quatro fatos sobre esta área apaixonante.</p>
<p><span id="more-666"></span></p>
<h3>1. O que é?</h3>
<p>A Psicologia Perinatal é área de trabalho focada na gravidez, parto e pós-parto</p>
<h3>2. Quando surgiu?</h3>
<p>Sua origem é recente. No Brasil, a pioneira foi Teresa Maldonado, na década de 70. Em seguida, vieram Fátima Bortolotti e Vera Iaconelli.</p>
<h3>3. O que faz o/a Psicólogo/a Perinatal?</h3>
<p>Psicólogo Perinatal é o profissional com conhecimento teórico e prático em temas como planejamento familiar, gravidez, parto, puerpério, parentalidade, perda e luto parental, adoção, sono, amamentação,<a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/"> desenvolvimento infantil</a>.</p>
<h3>4. Por que é importante?</h3>
<p>O período perinatal é um momento de potencial crise para o adoecimento mental, com impactos para a mãe, companheiro(a) e filho(a). Portanto, trabalhos de prevenção, <a href="https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/">psicoedução</a> e intervenção, quando conduzidos por profissionais atualizados e com formação na área, podem minimizar os riscos e também promover o desenvolvimento, a <a href="https://maternarmaisleve.com/5-sugestoes-de-atividades-para-proteger-a-saude-mental-da-mae-e-do-pai/">saúde e o bem-estar da família</a>.</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
<p>Interessou-se pelo tema? Então, inscreva-se gratuitamente na minha newsletter, a Newsleve, e receba semanalmente meus conteúdos sobre esse universo apaixonante da Perinatalidade e Parentalidade. Inscreva-se aqui: <a href="http://bit.ly/NewsLeve">NEWSLEVE</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>Referência consultada para este post:</p>
<p><a href="https://doi.org/10.34119/bjhrv3n6-046">https://doi.org/10.34119/bjhrv3n6-046</a></p>
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		<title>Literacia em saúde perinatal: três fatos interessantes</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2022 18:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[literacia em saúde perinatal]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Literacia é a habilidade de obter e utilizar informações sobre saúde. No caso da perinatalidade, período que vai da gravidez ao puerpério, passando pelo parto, as pessoas com filhos podem se deparar com diferentes assuntos sobre si e seus filhos. Nem sempre as informações chegam de maneira clara, no entanto, por ser uma habilidade, todos &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/literacia-em-saude-perinatal-tres-fatos-interessantes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Literacia em saúde perinatal: três fatos interessantes</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Literacia é a habilidade de obter e utilizar informações sobre saúde. No caso da perinatalidade, período que vai da gravidez ao puerpério, passando pelo parto, as pessoas com filhos podem se deparar com diferentes assuntos sobre si e seus filhos. Nem sempre as informações chegam de maneira clara, no entanto, por ser uma habilidade, todos nós podemos aprender e desenvolver. Neste post, apresento três benefícios da literacia em saúde.</p>
<p><span id="more-643"></span></p>
<h3>1. Mais saúde e bem-estar</h3>
<p>Pessoas que mais utilizam a literacia podem ter mais saúde e bem-estar, quando comparadas com pessoas que têm menos literacia.</p>
<h3>2. Melhores decisões</h3>
<p>Com mais informações, as pessoas também se tornam capazes de distinguir o que é bom e o que não é. Desse modo, têm mais fundamentos para tomar decisões conscientes.</p>
<h3>3. Mais conhecimento</h3>
<p>A literacia também possibilita estabelecer ligações entre diferentes ações que, em conjunto, podem contribuir positivamente para a saúde e o bem-estar. Por exemplo, fazer um bom acompanhamento durante a gravidez auxilia não apenas ao parto, mas também à saúde da mãe e do bebê.</p>
<h3>Você sabia?</h3>
<p>Porque acredito que <strong>todas temos direito ao acesso à informação atualizada e confiável</strong>, compartilho neste blog informação fundamentada em evidência científica, usando linguagem descomplicada e acessível. Semanalmente envio uma Newsletter, a Newsleve, também com informação fundamentada em evidências, usando linguagem simples. Inscreva-se gratuitamente <strong><a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/b583edf60b">aqui</a>.</strong></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando este guia <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/">aqui</a>. Imagem: Banco de imagens do Canva. Além disso, os artigos usados como referência para este post são:</p>
<p>World Health Organization (2013). Health literacy: the solid facts. Disponível em: <a href="https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/128703/e96854.pdf">https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/128703/e96854.pdf</a></p>
<p>doi: 10.1097/PHH.0000000000001324</p>
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		<item>
		<title>Cinco preparativos importantes para o dia do parto</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/cinco-preparativos-importantes-para-o-dia-do-parto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 20:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestação que parecia tão longa se aproxima da reta final. E independente do tipo de parto que você escolher, há alguns detalhes para se providenciar antes do dia P. Então, neste post compartilho cinco sugestões. 1 – Providenciar o bebê-conforto. O primeiro passo é pesquisar modelos, informando-se sobre a compatibilidade do modelo escolhido com &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-preparativos-importantes-para-o-dia-do-parto/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Cinco preparativos importantes para o dia do parto</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestação que parecia tão longa se aproxima da reta final. E independente do tipo de parto que você escolher, há alguns detalhes para se providenciar antes do dia P. Então, neste post compartilho cinco sugestões.</p>
<p><span id="more-377"></span></p>
<h3>1 – Providenciar o bebê-conforto.</h3>
<p>O primeiro passo é pesquisar modelos, informando-se sobre a compatibilidade do modelo escolhido com o seu carro (veja o item 2 deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-pouco-obvias-sobre-o-enxoval-e-a-bolsa-da-maternidade/">aqui</a>). Após a escolha e a compra, é importante se familiarizar com o manuseio e instalação do modelo no carro. Assim, vale assistir a tutoriais no Youtube, a testar colocar, tirar, transportar. Há, inclusive, que “teste” como funciona o bebê conforto usando alguma boneca. Façam isso várias vezes, especialmente se forem pais de primeira viagem. E lembrem-se de que, caso optem por parto hospitalar, ter o bebê conforto com vocês é condição obrigatória para a alta.</p>
<h3>2 – Testar o caminho casa-maternidade.</h3>
<p>Se escolheram ter um parto hospitalar – ou se planejam um parto domiciliar, mas sabem que o hospital pode ser um “plano b” -, é importante fazer o trajeto entre a casa e o hospital. Portanto, experimentem em horários diferentes e, caso haja rotas alternativas, experimentem também. Não existe um número “ideal” de vezes, mas o importante é não deixar para descobrir isso justamente no dia do parto, nem criar <a href="https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/">expectativas</a>.</p>
<h3>3 – Fazer o plano de parto.</h3>
<p>Independente do tipo de parto que escolheram, vocês podem fazer um plano para ele, caso desejem. Neste plano – que tem o tamanho de uma folha A4 – você escreve tudo o que gostaria que tivesse (e também o que não gostaria). Não existe um modelo “único” para o plano de parto – se você buscar na internet, encontrará várias opções -, portanto busque informações de fontes confiáveis, converse com a equipe que a acompanha, ouça/leia relatos de outras mães e sinta-se autorizada a construir o seu plano de parto. Após ter o plano feito, faça cópias dele, distribuindo-as pela sua bolsa de maternidade, para quem a acompanhar no dia e para a equipe de saúde.</p>
<h3>4 – Preparar a mala do(a) acompanhante.</h3>
<p>Caso haja a possibilidade de você ter um(a) acompanhante no hospital, também é importante preparar a mala. Então, separem roupas confortáveis, pijamas, livros, carregador de telefone, fones de ouvido, máquinas fotográficas (com bateria e memória), itens de higiene pessoal, lanchinhos, chinelos, almofada para o pescoço (ou travesseiro). Embora haja uma variedade de listas para a bolsa da mãe e do bebê, nem sempre há para quem vai acompanhar.</p>
<h3>5 – Planejar quem ficará com a criança mais velha.</h3>
<p>Se esta não for a primeira viagem de vocês, pensem em quem poderá ficar com a criança mais velha. Como imprevistos podem acontecer, pensem em várias possibilidades, considerando o conforto, a comodidade e a segurança (física e emocional) da criança, bem como as disponibilidades das pessoas com quem você eventualmente possa contar. Portanto, pense em vários planos e converse com as pessoas em quem você pensou em acionar. Com a proximidade do parto, também comece a conversar com a criança mais velha, explicando aos poucos como poderá ser. Se precisar de inspiração, reveja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">aqui</a>.</p>
<h3><strong>Você sabia?</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita sobre coisas que você Já pode fazer para encontrar leveza na gravidez. Se você ainda não a tem, clique <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/23ef44622e"><strong>AQUI</strong></a> para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>5 coisas pouco óbvias sobre o enxoval e a bolsa da maternidade</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-coisas-pouco-obvias-sobre-o-enxoval-e-a-bolsa-da-maternidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2021 18:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Geralmente o terceiro trimestre da gestação, que começa na 27ª semana de gestação, é o momento em que se começa a arrumar o enxoval e a bolsa da maternidade. Se a maternidade tem muita coisa que não podemos controlar, há aquelas que podemos e o enxoval e a bolsa são dessas coisas. Neste post, compartilho &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-pouco-obvias-sobre-o-enxoval-e-a-bolsa-da-maternidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 coisas pouco óbvias sobre o enxoval e a bolsa da maternidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-pouco-obvias-sobre-o-enxoval-e-a-bolsa-da-maternidade/">5 coisas pouco óbvias sobre o enxoval e a bolsa da maternidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente o terceiro trimestre da gestação, que começa na 27ª semana de gestação, é o momento em que se começa a arrumar o enxoval e a bolsa da maternidade. Se a maternidade tem muita coisa que não podemos controlar, há aquelas que podemos e o enxoval e a bolsa são dessas coisas. Neste post, compartilho cinco coisas pouco óbvias sobre os dois.<br />
<span id="more-373"></span></p>
<h3>1. Não existe regra certa.</h3>
<p>Se você procurou na internet, provavelmente já notou que as listas variam muito. Dependendo da estação do ano em que o bebê nasce, do que você define como necessário, do quanto está disposta a gastar. Afinal, são muitos os fatores que influenciam. Antes de sair comprando coisas com base nas listas, pare e pense: (1) o que tem a ver consigo e com seu estilo de vida, (2) quais as temperaturas esperadas quando o bebê nascer, (3) se você terá quem a possa ajudar? Por exemplo, se a sua rede de apoio é pequena, talvez valha a pena ter uma lista com itens mais práticos, fáceis de lavar e de manusear, que não acumulem pó.</p>
<h3>2. Pergunte, pesquise e pense.</h3>
<p>Se estiver difícil definir os itens para a bolsa de maternidade, procure, por exemplo, a lista sugerida pelo hospital/casa de parto onde você terá o bebê. Caso conheça alguém que já teve bebê por lá, converse com essas pessoas e pergunte se elas utilizaram o que estava na lista. Então, também vale aplicar a regra do item 1: conheça-se e veja se aqueles itens fazem sentido para você. Possivelmente, algumas maternidades sugerem a chupeta na lista, então se por acaso você já decidiu que não vai utilizar chupeta, pode optar por retirar esse item da SUA lista.</p>
<h3>3. Não precisa comprar tudo de uma vez.</h3>
<p>Quando você compra os itens, você ainda não sabe como será a rotina e a dinâmica de vocês, tampouco como será o seu bebê. Uma vez que há características que você só saberá após seu nascimento, como, por exemplo, se ele terá alguma sensibilidade maior ao calor ou ao frio, se será alérgico a algo. Assim, a sugestão é comprar o que precisa para os primeiros meses (dois ou três, no máximo). A partir do que for conhecendo sobre o seu bebê e a vida com ele, você vai comprando mais. Isso vale tanto para quem estoca fraldas e depois descobre que a criança é alérgica às fraldas daquela marca, quanto para quem investe bastante em fraldas de pano e descobre na prática que não se adapta a elas. Independente de qual seja a sua escolha, comece aos poucos, <a href="https://maternarmaisleve.com/6-sugestoes-para-o-segundo-e-o-terceiro-trimestre-da-gestacao/">teste para ver se funciona para vocês</a>.</p>
<h3>4. Faça a lista com antecedência.</h3>
<p>Nunca se sabe quando o dia P poderá chegar, mesmo se você optou por uma cesárea eletiva isso não garante 100% de certeza sobre como será. Portanto, comece a listar, primeiro o que acha que deve ter, depois vá anotando o que já tem. Isso ajuda a utilizar seu dinheiro de maneira bastante consciente. Depois de tudo listado e providenciado, vem a fase da limpeza. Então, opte por produtos suaves e anti-alérgicos. Ah! Como você também importa, cuide com carinho da sua lista também, colocando pijamas de que você goste, aqueles produtos que a deixam ainda mais bonita e confortável.<a href="https://maternarmaisleve.com/autocuidado-para-maes-reais-4-dicas-bem-pe-no-chao/"> Lembre-se de que o autocuidado começa desde cedo</a>.</p>
<h3>5. Informe-se.</h3>
<p>Se tem um item “não-material” que é super importante é a informação. Já escrevi bastante sobre ele e volto porque acredito que informação (de qualidade e de fonte confiável, baseada em evidências científicas recentes) nunca é demais. Dessa forma, converse e informe-se sobre o parto, sobre o hospital, para alinhar <a href="https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/">as suas expectativas às realidades possíveis</a>. Portanto, peça referências à equipe que a atende de livros e filmes (documentários) que possam ajudar. Adicionalmente, encontre a sua “escritora sobre maternidade” com quem você mais se identifica. Assim você poderá encontrar uma excelente companhia para as horas no hospital,  as madrugadas com o bebê e todos os momentos em que você achar que certas coisas só acontecem consigo.</p>
<h3><strong>Você sabia?</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita sobre coisas que você Já pode fazer para encontrar leveza na gravidez. Se você ainda não a tem, clique <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/23ef44622e"><strong>AQUI</strong></a> para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-pouco-obvias-sobre-o-enxoval-e-a-bolsa-da-maternidade/">5 coisas pouco óbvias sobre o enxoval e a bolsa da maternidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Como meu bebê será?”: 3 coisas sobre expectativa e realidade</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2021 10:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conforme a barriga vai crescendo, os chutinhos ficam mais intensos e as conversas sobre como o bebê será cada vez mais frequentes, é quase inevitável imaginar como o bebê se parecerá. As expectativas que criamos nem sempre corresponderão à realidade e isso pode ser fonte de desconforto, frustração e tristeza para a família. Neste post, &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">“Como meu bebê será?”: 3 coisas sobre expectativa e realidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/">“Como meu bebê será?”: 3 coisas sobre expectativa e realidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme a barriga vai crescendo, os chutinhos ficam mais intensos e as conversas sobre como o bebê será cada vez mais frequentes, é quase inevitável imaginar como o bebê se parecerá. As expectativas que criamos nem sempre corresponderão à realidade e isso pode ser fonte de desconforto, frustração e tristeza para a família. Neste post, compartilho três pontos sobre expectativas e realidade. Vamos lá?</p>
<p><span id="more-368"></span></p>
<h3>1 – Expectativas.</h3>
<p>É, de certo modo, esperado criar expectativas sobre como o bebê será (aparência, gostos, comportamentos), pois, num cenário de muita incontrolabilidade, imaginar pode trazer uma sensação de “segurança”. Muitas vezes, trazemos referências muito anteriores à gestação e, no decorrer dela, por exemplo, pelo padrão de movimentos do bebê na barriga e pelas imagens dos ultrassons, vamos formulando nossas expectativas.</p>
<h3>2 – Realidade.</h3>
<p>O nascimento do bebê “real” quebra muitas das expectivas e muitas mães podem se sentir frustradas, tristes e precisando de um tempo para “digerir” essa distância entre o esperado e o real. É bastante frequente.</p>
<h3>3 – Expectativa x Realidade.</h3>
<p>Embora desconfortável, ultrapassar esse “estranhamento” ajuda muito no fortalecimento da ligação entre mãe e bebê e no estabelecimento da confiança da mãe na sua capacidade de maternar. Vale lembrar que nem sempre este processo de “digerir” e “aceitar” não é linear, muito menos tem um tempo “ideal” para acontecer. No entanto, quando conseguimos ficar mais atentas ao bebê “real”, mais facilmente vamos conhecendo-o e permitindo que ele nos conheça também.</p>
<h3>Lembrete:</h3>
<p>É bastante comum criar expectativas e não há nada de errado em imaginar o melhor, mas quando isso vira fonte de rigidez e de exigências elevadas quanto ao próprio desempenho e ao do outro (no caso, o bebê), isso pode ser fonte de muito sofrimento e de desconexão. Portanto, é importante ter a consciência de que não há problema em ter expectativas, mas entendendo que nem sempre a realidade será como se deseja (e que nesse caso, virá a frustração). Se você estiver encontrando dificuldades nesse processo, busque ajuda profissional.</p>
<h3><strong>Você sabia?</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita sobre coisas que você Já pode fazer para encontrar leveza na gravidez. Clique <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/23ef44622e"><strong>AQUI</strong></a> para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>6 sugestões para o segundo e o terceiro trimestre da gestação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 18:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ufa! Já passou o primeiro trimestre (e os enjoos, espero!), e você se vê com mais disposição (no segundo trimestre) ou com um barrigão (terceiro trimestre). Neste momento, além do anúncio “oficial” da gravidez, há (pelo menos) seis coisas que você pode fazer. Vamos lá? 1. Reservar um tempo para si mesma e para fazer &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/6-sugestoes-para-o-segundo-e-o-terceiro-trimestre-da-gestacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">6 sugestões para o segundo e o terceiro trimestre da gestação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa! Já passou o primeiro trimestre (e os enjoos, espero!), e você se vê com mais disposição (no segundo trimestre) ou com um barrigão (terceiro trimestre). Neste momento, além do anúncio “oficial” da gravidez, há (pelo menos) seis coisas que você pode fazer. Vamos lá?</p>
<p><span id="more-363"></span></p>
<h3>1. Reservar um tempo para si mesma e para fazer o que você gosta.</h3>
<p>Daqui a alguns meses, sua dinâmica mudará bastante e poderá ser mais difícil encaixar na rotina um tempo só seu, portanto cultivar este hábito durante a gestação possibilita que você já entre em contato com seus benefícios. <strong>O autocuidado não é luxo, mas sim uma atitude importante para sua saúde e seu bem-estar.</strong> Além disso, não existe uma receita única e o que você entende por autocuidado pode mudar ao longo do tempo e existem possibilidades de autocuidado para diferentes quantidades de tempo disponível. Veja este post <strong><a href="https://maternarmaisleve.com/autocuidado-para-maes-reais-4-dicas-bem-pe-no-chao/">aqui</a></strong> sobre <strong>autocuidado &#8220;pé no chão&#8221; para mães reais.</strong></p>
<h3>2. Ter momentos a 2.</h3>
<p>Se estiver num relacionamento, desfrutar de momentos a 2. Com a chegada dos filhos, a dinâmica do casal mudará também. <strong>Durante essas semanas de espera, invista em momentos de intimidade.</strong> Tenham conversas sobre assuntos variados, façam atividades de que gostem. Caso desejem e caso não haja qualquer restrição, vocês também podem ter relações sexuais &#8211; importantes para a saúde e bem-estar do casal. Se você se interessou por este tema, recomendo a leitura deste post <strong><a href="https://maternarmaisleve.com/sexo-e-maternidade-4-coisas-que-toda-mulher-precisa-saber/">aqui</a>.</strong></p>
<h3>3. Participar de algum grupo de pré-parto.</h3>
<p>Conversar com outras famílias que estão em momentos parecidos pode ser muito positivo. <strong>A troca de ideias, mediada por profissionais de saúde, e o acesso à informação de qualidade ajudam a ajustar as nossas expectativas e também podem nos dar mais confiança para o parto e o pós-parto.</strong> Neste contexto da pandemia, muitos grupos estão on-line, o que pode, por exemplo, possibilitar a participação em grupos de outras cidades, caso eles estejam mais alinhados com os seus valores e estilo de vida.</p>
<h3>4. Buscar informações sobre o parto bem como sobre a maternidade onde pretende ter o bebê.</h3>
<p>Para muitas gestantes, o parto é fonte de muitos medos. Embora não seja possível controlá-lo, buscar informações sobre ele, sobre a equipe que a atende e sobre a maternidade pode trazer mais tranquilidade, a<strong>final são as coisas que estão sob seu controle</strong>. Se o medo estiver muito frequente na sua gestação, recomendo a leitura deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/5-medos-que-voce-pode-sentir-na-gravidez/"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<h3>5. Registrar a gestação.</h3>
<p>Há inúmeras possibilidades para isso, não se prenda a poucas ideias. Há quem escreva pequenos textos ou cartas para o bebê, há quem mantenha um diário, há quem tire fotografias das semanas, há quem contrate um fotógrafo profissional para as fotos. <strong>O importante é você escolher o que faça sentido para si, seu momento e sua família.</strong> Outro evento sobre o qual vocês podem pensar a respeito é sobre o chá de bebê. Considerando a pandemia, há também espaço para a criatividade: fazer o evento online (e gravar), pedir para as pessoas mais próximas gravarem vídeos. <strong>Lembrando que em tempos de pandemia, continua sendo necessário seguir protocolos de segurança (usar máscara, manter distanciamento social, fazer higienização de mãos, evitar aglomerações).</strong></p>
<h3>6. Começar a providenciar itens do enxoval.</h3>
<p>Comece os itens de segurança (bebê conforto) e avaliando bastante antes de comprar outros itens. <strong>Pesquise, compare preços, busque informações e referências com pessoas próximas (e que tenham estilo de vida parecidos aos seus).</strong> <strong>É possível que algumas pessoas queiram lhe passar a impressão de que você precisa de muitos itens, mas na maioria das vezes a lista pode ser mais enxuta do que você imagina</strong>. Além disso, você não precisa comprar itens para muitos meses, você pode priorizar os primeiros meses e, a partir do que conhecer sobre o seu bebê e a dinâmica de vocês, identificar o que funciona para a sua família e seu estilo de vida.</p>
<h3><strong>Você sabia?</strong></h3>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>3 dicas bem práticas para confirmar mais em si e no seu maternar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 17:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Será que vou dar conta de … (insira aqui a dúvida sobre o maternar)?”. Qual mãe de primeira viagem que nunca se questionou sobre a sua capacidade de maternar, especialmente durante a gravidez. Quanto antes passamos a acreditar que temos os recursos para encarar os desafios e as novidades, mais benefícios trazemos para nós, nossos &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/3_dicas_confiar_no_seu_maternar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">3 dicas bem práticas para confirmar mais em si e no seu maternar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Será que vou dar conta de …</em> (insira aqui a dúvida sobre o maternar)<em>?</em>”. Qual mãe de primeira viagem que nunca se questionou sobre a sua capacidade de maternar, especialmente durante a gravidez. Quanto antes passamos a acreditar que temos os recursos para encarar os desafios e as novidades, mais benefícios trazemos para nós, nossos filhos e nossa família. Neste post compartilho três dicas práticas para você começar agora. Vamos?</p>
<p><span id="more-357"></span></p>
<p>Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/acredite-no-seu-maternar-4-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>, já falei sobre a importância de acreditar em seu maternar (se ainda não leu, recomendo a leitura) e hoje quero compartilhar três sugestões para quem já percebeu a importância, mas não está sabendo muito por onde começar.</p>
<h3>1. &#8220;Eu já&#8230;&#8221;</h3>
<p>Pense em dois ou três momentos passados em que você achou que não daria conta, mas deu. Se possível, anote-os numa lista (<em>post it</em> ou bloco de notas do telefone) para que você os reveja sempre que precisar. Independente do tamanho das conquistas, lembrar-se delas ajuda você a não se perder de vista nem a se desvalorizar.</p>
<h3>2. Pequenos passos nos levam longe.</h3>
<p>Defina objetivos menores (e mais palpáveis). Adote uma postura mais desacelerada em direção aos seus objetivos e procure não se cobrar tanto pelos resultados. Aqui vale lembrar que o feito é melhor que o perfeito! Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/maes-sem-tempo-4-dicas-para-encarar-o-tempo-com-mais-leveza/">aqui</a> há algumas dicas que podem lhe ajudar.</p>
<h3>3. Os sinais que o seu corpo lhe dá.</h3>
<p>Esteja atenta aos sinais que o seu corpo dá. Prestar atenção às pistas físicas pode nos ajudar a entender nossos sentimentos no momento em que acontecem. Sabe aquela sensação de ombros pesados ou de frio na barriga? Então, elas podem dizer muito sobre como você tem se sentido e sobre o seu contexto. Quanto mais você olha para si mesma, mais se conhece &#8211; se se interessou pelo tema, recomendo a leitura deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>.</p>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>5 medos que você pode sentir na gravidez</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-medos-que-voce-pode-sentir-na-gravidez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2021 10:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltando à programação sobre gravidez, este post é sobre os medos mais frequentes que as mães podem ter durante a gestação. É bastante comum que, em algum momento do maternar, as mães tenham pensamentos assustadores e isso vale tanto para mães com e as sem diagnóstico de depressão ou ansiedade. Maternar é passar por mudanças &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-medos-que-voce-pode-sentir-na-gravidez/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 medos que você pode sentir na gravidez</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando à programação sobre gravidez, este post é sobre os medos mais frequentes que as mães podem ter durante a gestação. É bastante comum que, em algum momento do maternar, as mães tenham pensamentos assustadores e isso vale tanto para mães com e as sem diagnóstico de depressão ou ansiedade. Maternar é passar por mudanças transformadoras na vida, muitas delas sem controle nem garantias. Aqui vão os cinco medos mais frequentes.</p>
<h3><span id="more-351"></span></h3>
<h3><strong>1. Medos sobre a gestação</strong></h3>
<p>Frequentemente, há gestantes que sentem o receio de que algo ruim aconteça durante a gravidez, como, por exemplo, perdas gestacionais ou situações de risco. É, de certo modo, compreensível, afinal muito está fora do controle e isto pode ser bastante desconfortável. No entanto, há o que está sob controle, como, por exemplo: fazer um acompanhamento pré-natal, seguir as recomendações feitas pela equipe de saúde e compartilhar com seu/sua obstetra os receios e as dúvidas – não é preciso sentir vergonha de perguntar, tirar dúvidas (acredite: eles já estão acostumados!), nem de falar sobre o que está sentindo. Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/dicas_para_gravidez_mais_tranquila/">aqui</a> também falo sobre o assunto.</p>
<h3><strong>2. Medos sobre a saúde do bebê</strong></h3>
<p>Adicionalmente, é relativamente comum o medo de que aconteça algo ao bebê, de que ele não esteja saudável ou de que algum cuidado da parte da mãe não foi suficiente ou que a mãe fez algo que possa prejudicar o bebê. Assim como no tópico acima, aqui também há muito que não se controla, mas há alguns comportamentos que estão ao seu alcance (fazer o acompanhamento pré-natal corretamente, estar com exames em dia, seguir recomendações específicas que lhe tenham sido passadas) e entender que esses sentimentos podem surgir, adotando uma postura de compreensão e de acolhimento consigo (e não de julgamento ou crítica).</p>
<h3><strong>3. Medo do parto</strong></h3>
<p>Para muitas grávidas, uma terceira fonte de medo é o parto. Mais especificamente, não saber como o parto será e como ele acontecerá. Para isso, é importante conversar com a equipe que a acompanha, buscar informações preparadas por especialistas e fundamentadas em evidências científicas. Como no medo sobre a gravidez e sobre a saúde do bebê, aqui também vale considerar de que não é possível controlar tudo. Lembre-se de que o melhor parto é o parto possível, com mãe e bebê em segurança.</p>
<h3><strong>4. Medo das mudanças na vida a 2</strong></h3>
<p>Inevitavelmente a vida de vocês mudará. Mesmo não sendo possível prever como será (o que pode gerar muita ansiedade), vocês podem se preparar e antecipar alguns cenários. Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui</a>, sugiro alguns assuntos que o casal pode conversar enquanto espera.</p>
<h3><strong>5. Medo de não saber cuidar do bebê</strong></h3>
<p>Para as mães de primeira viagem, é relativamente comum ter medo de não saber amamentar, dar banho, carregar o bebê. Há, inclusive, quem tenha medo de derrubar o bebê. Ainda há quem tema não saber educar uma criança. Já as mães de segunda viagem podem sentir medo sobre como será ter mais de uma criança aos seus cuidados, como  a criança mais velha poderá reagir. Caso já tenha mais filhos, recomendo este post <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">aqui</a>.</p>
<h3>Lembrete</h3>
<p>Caso esteja muito difícil conviver com o medo, busque ajuda profissional. Grupos de pré-parto (acompanhados por profissionais de saúde materna) ou atendimento individual podem ser boas alternativas para conversar e encontrar soluções para lidar com o medo.</p>
<h3>Você sabia?</h3>
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<h3>Sobre este post</h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/5-medos-que-voce-pode-sentir-na-gravidez/">5 medos que você pode sentir na gravidez</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<title>6 coisas para viver enquanto se espera</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2020 08:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez é um momento de intensas transformações para a mulher, o bebê, o casal, a família. Algumas vivências serão exclusivas desta fase e merecem ser registradas, também há decisões que precisam ser conversadas e tomadas durante este momento. Neste post, compartilho seis sugestões do que você pode viver enquanto está à espera do bebê. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">6 coisas para viver enquanto se espera</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/">6 coisas para viver enquanto se espera</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez é um momento de intensas transformações para a mulher, o bebê, o casal, a família. Algumas vivências serão exclusivas desta fase e merecem ser registradas, também há decisões que precisam ser conversadas e tomadas durante este momento. Neste post, compartilho seis sugestões do que você pode viver enquanto está à espera do bebê. Vamos?</p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<h3>1. Busque informações sobre gravidez, tipos de parto, pós-parto, amamentação, sono do bebê, desenvolvimento no primeiro ano de vida.</h3>
<p>Como há muito material disponível (e por vezes são contraditórios), escolha as informações preparadas, avaliadas e divulgadas por especialistas. Se possível, participe de cursos de preparação para o parto (peça indicações à obstetra e à equipe que a acompanha) e grupos de gestantes.</p>
<h3>2. Cuide de si.</h3>
<p>Reserve um tempo para si, descanse, faça as atividades de que gosta, desacelere (se possível!). A sua saúde e o seu bem-estar físico e emocional importam! Caso queira saber mais sobre a importância de olhar para si mesma durante a gravidez, veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>.</p>
<h3>3. Passe um tempo de qualidade com seu companheiro.</h3>
<p>Aproveitem esse tempo da espera para momentos de intimidade, cumplicidade e companheirismo. Portanto, conversem sobre si, sobre as expectativas e os sentimentos que têm, façam as atividades de que vocês gostam. Se precisar de sugestões, recomendo que leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui.</a></p>
<h3>4. Caso já tenha um filho, aproveite esse tempo com ele.</h3>
<p>Construam memórias felizes juntos, mantenham a rotina que vocês gostam, conversem, brinquem. Além disso, envolva-o nos preparativos para a chegada do bebê. Há um tempo escrevi <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">este post</a> sobre como ajudar a criança mais velha nesta fase, sugiro a leitura dele.</p>
<h3>5 . Registre as lembranças da gravidez.</h3>
<p>Assim como no item anterior, construa as recordações da sua gestação. Então, documente esse período tão especial com fotografias, anotações (que podem ser partilhadas ou não), vídeos.</p>
<h3>6. Organize-se para o enxoval</h3>
<p>Antes de comprar, pense e pesquise bastante sobre o que faz sentido ter e sobre o que é compatível com o orçamento reservado para isto. Assim, converse com outras pessoas, avalie os produtos, reflita sobre o que é essencial para que tudo o que for adquirido seja realmente utilizado. Frequentemente as pessoas acabam por comprar mais do que o necessário, de modo que um conjunto mais enxuto de itens (que possam ser aproveitados mais e por mais tempo) pode ser uma escolha bastante estratégica.</p>
<h3><em>Sobre este post</em></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/">6 coisas para viver enquanto se espera</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<title>4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 17:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre o primeiro trimestre de gravidez e mencionei a variedade de pensamentos e de sentimentos que as mães (e os pais) podem passar nesta fase. É também neste momento que o perfeccionismo (já existente em outras áreas) também pode aparecer, por isso que quanto antes tivermos consciência dele, mais podemos pensar &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-coisas-sobre-o-perfeccionismo-que-toda-mae-deve-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/4-coisas-sobre-o-perfeccionismo-que-toda-mae-deve-saber/">4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre o primeiro trimestre de gravidez e mencionei a variedade de pensamentos e de sentimentos que as mães (e os pais) podem passar nesta fase. É também neste momento que o perfeccionismo (já existente em outras áreas) também pode aparecer, por isso que quanto antes tivermos consciência dele, mais podemos pensar em estratégias caso ele surja. Portanto, pensando nisso e na importância de se abordar o tema o quanto antes, preparei este post. Vamos lá?</p>
<p><span id="more-325"></span></p>
<h3>1. Um lado da moeda</h3>
<p>O perfeccionismo pode se apresentar na forma de maior organização, atenção aos detalhes, tendência para aumentar e melhorar o sucesso de nossas ações. E, desse modo, produzir sentimentos de satisfação com nossos esforços.</p>
<h3>2. O outro lado da moeda</h3>
<p>No entanto, estar permanentemente focada na perfeição, pode levar a preocupações com o erro (que passa a ser evitado a qualquer custo) e com um desempenho que nunca satisfaz, produzindo sofrimento e sobrecarga para a mãe e distanciamento dos filhos, do companheiro e de outros relacionamentos importantes.</p>
<h3>3. Perfeccionismo na gravidez</h3>
<p>O perfeccionismo não acontece exclusivamente na maternidade, embora possa aumentar bastante com a chegada dos filhos. Uma vez que durante a gestação ocorrem mudanças físicas, hormonais, psicológicas e sociais, com potenciais riscos para a saúde física, mental e o bem-estar materno (falei mais sobre isto neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-sobre-o-primeiro-trimestre-da-gravidez/">aqui</a> e também neste <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>), abordar o perfeccionismo neste momento pode auxiliar na tomada de consciência e na seleção de estratégias de prevenção e enfrentamento.</p>
<p>Especificamante durante o período gestacional (mas não apenas nesta fase), muitas expectativas são criadas em relação à maternidade (gestação, parto, amamentação), parentalidade e ao bebê (aparência, padrões de comportamento), contexto em que o perfeccionismo pode se caracterizar pelo foco excessivo nestas expectativas, no esforço incessante de passar uma boa impressão e na sensibilidade às críticas que vêm de fora.</p>
<h3>4. Perfeccionismo no maternar (e na parentalidade)</h3>
<p>A gestação não é o único momento em que o perfeccionismo pode aparecer, tampouco apenas a mãe pode apresentar padrões perfeccionistas (leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui</a> sobre o casal e a gravidez). A percepção de que o erro é sinônimo de fracasso, e que portanto deve ser evitado a qualquer custo, pode, por um lado, levar a padrões cada vez mais elevados de exigência – que quando atingidos são elevados mais um pouco –, e por outro, levar à culpa, à autocrítica, à insatisfação, à percepção de que não se é boa mãe/bom pai e ao distanciamento dos filhos.</p>
<h3><em>Lembrete:</em></h3>
<p>Seu valor enquanto mãe depende do seu desempenho e dos resultados que obtém com seus filhos.</p>
<h3><em>Sobre este post</em></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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