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	<title>Arquivos Saúde materna - Maternar mais Leve</title>
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		<title>4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2022 20:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Babywearing é a prática de carregar os filhos no colo usando mochilas, slings ou outros carregadores ergonômicos por mães e demais cuidadores das crianças. Embora a prática seja ancestral – povos em diferentes continentes usam a técnica há anos -, mais recentemente ela cresce em sociedades ocidentais. Além da praticidade, há outros possíveis benefícios. Neste &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-beneficios-do-babywearing-para-a-saude-mental-perinatal/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 benefícios do babywearing para a saúde mental perinatal</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Babywearing é a prática de carregar os filhos no colo usando mochilas, slings ou outros carregadores ergonômicos por mães e demais cuidadores das crianças. Embora a prática seja ancestral – povos em diferentes continentes usam a técnica há anos -, mais recentemente ela cresce em sociedades ocidentais. Além da praticidade, há outros possíveis benefícios. Neste post, abordo quatro deles para a saúde mental perinatal.</p>
<p><span id="more-609"></span></p>
<h3>1. Proximidade das crianças</h3>
<p>Manter as crianças por perto, principalmente se estiverem à frente, estimula a liberação de ocitocina. Por sua vez, este hormônio está associado a estados de humor positivos.</p>
<h3>Menos choro</h3>
<p>Uma vez que estão próximos, as/os cuidadores reconhecem mais rapidamente os sinais do bebê/criança quando acordados, com sono ou com fome. Assim, as pessoas que estejam carregando podem agir mais rapidamente. Desse modo, com as necessidades atendidas antes, a probabilidade de choro diminui.</p>
<h3>Mobilidade</h3>
<p>Quando conciliam carregar os bebês e ter as mãos livres, as mães ganham mobilidade. Uma vez que há fases em que as crianças tendem a procurar mais o colo da mãe, é bastante comum que a mãe se sinta “presa”. Portanto, utilizar um carregador possibilita tanto atender a necessidade de proximidade física (por parte da criança), bem como dar autonomia e movimento à mãe. Desse modo, a mãe pode fazer caminhadas e outras atividades físicas (como a dança, por exemplo), práticas que também contribuem para a saúde mental.</p>
<h3>Menos pensamentos negativos</h3>
<p>Numa pesquisa online sobre saúde mental materna e uso de carregadores, os pesquisadores descobriram que pensamento negativo repetitivo foi significativamente menor para as mães que faziam babywearing. Adicionalmente, a saúde mental positiva foi significativamente maior. Por fim, não houve diferença entre o tempo em que os bebês foram carregados.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Portanto, todos os direitos são reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Para este post, a imagem utilizada é do Banco de imagens do Canva. Além disso, foram consultadas as fontes: 10.1016/j.infbeh.2020.101494 e 10.1080/02646838.2021.2012647</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>5 lições que aprendi sendo mãe de primeira viagem</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-licoes-que-aprendi-sendo-mae-de-primeira-viagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 12:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há seis anos, embarcava na minha primeira viagem pela maternidade. Desde então, aprendi muito e mudei tanto pessoal e profissionalmente. Como esse processo tem sido muito positivo, decidi compartilhar cinco lições que aprendi. 1. Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor que hoje. Meu mais velho comeu muita comida “mais ou menos” porque aprendi a &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-licoes-que-aprendi-sendo-mae-de-primeira-viagem/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 lições que aprendi sendo mãe de primeira viagem</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há seis anos, embarcava na minha primeira viagem pela maternidade. Desde então, aprendi muito e mudei tanto pessoal e profissionalmente. Como esse processo tem sido muito positivo, decidi compartilhar cinco lições que aprendi.</span></p>
<p><span id="more-589"></span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor que hoje. </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Meu mais velho comeu muita comida “mais ou menos” porque aprendi a cozinhar com ele. Sou grata por sua paciência. Durante esses anos, tive a oportunidade de testar, errar e acertar, o que me trouxe bastante bagagem e experiência. Por outro lado, a cada nova idade dele, sei que nos depararemos com novas oportunidades e desafios. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Somos muito mais capazes do que julgamos ser.</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"> Em muitos momentos, podemos nos questionar quanto a nossa capacidade de dar conta, mas vamos dar conta. E vamos ganhando mais experiência e as coisas vão ficando mais conhecidas e, muitas delas, mais aperfeiçoadas. Portanto, seja gentil consigo e com os seus processos de crescimento. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Não vamos conseguir abraçar tudo, por isso escolher algumas batalhas será essencial. </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não dá para estarmos perfeitas e em todas as frentes. Então, haverá áreas em que iremos bem, outras em que estaremos na média e outras em que vamos falhar miseravelmente. Acontece com todas nós. Além disso, as escolhas não são prisões. Portanto, você pode mudar de ideia pelo caminho. Se você se interessou pelo tema, recomendo a leitura deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-coisas-sobre-a-maternidade-real/">aqui</a>, sobre maternidade real.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">4. Mais amor, por favor: olhar com amorosidade para mim mesma</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Seja para a minha saúde, seja para o meu bem-estar. A maternidade é uma delícia, mas se eu não estiver bem, não tenho como cuidar dos outros. De nada adianta concluir todos os itens na checklist se isso custou muitos gritos ou a sanidade (minha ou dos outros). A <a href="https://maternarmaisleve.com/autocompaixao-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">autocompaixão</a> pode fazer muita diferença (positiva!).</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">5. E não se esqueça. Agradeça!</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"> A si mesma, pela coragem e pela dedicação. A quem ama, pela jornada que compartilham. À vida, pelas oportunidades e aprendizados. Vejo o quanto o meu menino me convida diariamente a ter mais <a href="https://maternarmaisleve.com/final-de-ano-com-leveza-os-cinco-es-que-podem-ajudar/">leveza</a>. Mesmo num dia aparentemente comum há motivos para agradecer. Logo, mude o olhar para as pequenas coisas.</span></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 16:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Fiz assim com meus filhos e ninguém morreu&#8221;, ou &#8220;Nossa, por que você é tão radical?&#8221;, quem tem filhos provavelmente já ouviu frases assim. Certamente não são as melhores palavras que podemos receber como apoio. Como lidar com leveza diante desses conselhos não solicitados? Neste post, partilho cinco estratégias. 1. Ter consciência. Estar conscientes do &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Fiz assim com meus filhos e ninguém morreu&#8221;, ou &#8220;Nossa, por que você é tão radical?&#8221;, quem tem filhos provavelmente já ouviu frases assim. Certamente não são as melhores palavras que podemos receber como apoio. Como lidar com leveza diante desses conselhos não solicitados? Neste post, partilho cinco estratégias.</p>
<p><span id="more-565"></span></p>
<h3>1. Ter consciência.</h3>
<p>Estar conscientes do que é importante para vocês na criação dos filhos. Portanto, as pessoas que criam os filhos precisam de conversar sobre o que cada um vê como essencial, desejável, &#8220;neutro&#8221; e inaceitável. Se tiver dificuldades em como fazer isto, minha sugestão é este quadro que fiz e que pode ser baixado gratuitamente <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui</a> para vocês utilizarem como roteiro.</p>
<h3>2. Estabelecer uma parceria</h3>
<p>Depois de definirem o que para vocês é essencial, desejável, neutro e inaceitável, firmem uma parceria, de modo que um seja o ponto de apoio do outro quando receberem palpites indesejados. Por exemplo, vocês podem definir quem será a pessoa a responder ao conselho: se vier de alguém da sua família, poderá ser você, se isso for tranquilo para si. Caso contrário, poderá ser a outra pessoa a receber o conselho, se ele for visto como um interlocutor mais neutro. Esta solução ajuda a reduzir reações mais intensas por parte de quem dá o conselho. Além disso, fortalece o companheirismo entre vocês.</p>
<h3>3. Ser firme e gentil.</h3>
<p>Na maioria das vezes, a outra pessoa não quer ser convencida das escolhas de vocês, mas sim (auto)afirmar e validara dela. Então, uma opção para minimizar conflitos adicionais é agradecer, dizer que irão pensar sobre e mudar de assunto.</p>
<h3>4. Manter-se informada(o).</h3>
<p>Estabeleçam uma comunicação direta com as/os profissionais de saúde que os acompanham.  Decisões bem fundamentadas em informações atualizadas não apenas trazem mais segurança, como também  são ótimos recursos para acalmar opiniões de terceiros. Desse modo, o clássico: “a pediatra disse/recomendou&#8221; não costuma falhar.</p>
<h3>5. Entender que o conselho do outro é sobre ele, não sobre sua família.</h3>
<p>Em seu livro &#8220;A coragem de ser imperfeito&#8221;, a escritora Brené Brown aborda o assunto. Nas palavras dela: &#8220;Quando nos agarramos obessivamente às nossas escolhas sobre educação e vemos alguém praticando outras formas, geralmente percebemos essa diferença como uma afronta ao modo como educamos nossos filhos&#8221;.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/">5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<title>Bebês que acordam muito: 3 coisas que você precisa saber</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2021 09:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro ano com um bebê é bastante especial e com muitos acontecimentos memoráveis. Todavia, também é muito cansativo. Para muitas mães e pais, a privação de sono é um desafio enorme. O post de hoje contém três informações sobre sono, maternidade, saúde e bem-estar. O sono, ou melhor, a falta dele costuma ser uma &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Bebês que acordam muito: 3 coisas que você precisa saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro ano com um bebê é bastante especial e com muitos acontecimentos memoráveis. Todavia, também é muito cansativo. Para muitas mães e pais, a privação de sono é um desafio enorme. O post de hoje contém três informações sobre sono, maternidade, saúde e bem-estar.</p>
<p><span id="more-553"></span></p>
<p>O sono, ou melhor, a falta dele costuma ser uma das maiores dificuldades no primeiro ano de um bebê. Além dos desafios do pós-parto e de etapas importantes do desenvolvimento, como, por exemplo,<a href="https://maternarmaisleve.com/3-aprendizados-que-tive-com-a-introducao-alimentar-dos-meus-filhos/"> a introdução alimentar</a>, as pessoas com filhos se deparam elas próprias com as consequências da mudança no sono. Uma vez que a qualidade do sono tem impacto sobre saúde (física e mental) e bem-estar, há uma quantidade significativa de estudos sobre o tema. E esses estudos têm feito achados que precisam de chegar aos principais afetados: as mães e os pais.</p>
<h3>1. Não é só impressão: a qualidade do sono dimini mesmo.</h3>
<p>Nas mães, a satisfação com a qualidade do sono cai ao longo dos trimestres da gestação. Após o nascimento, a satisfação continua a cair, atingindido ao menor nível durante os primeiros três meses. Embora a satisfação volte a subir, durante os primeiros seis anos de vida ela geralmente não retoma ao nível pré-gravidez.</p>
<h3>2. Mães de primeira ou mais viagens e o sono: semelhanças e diferenças.</h3>
<p>Para as <a href="https://maternarmaisleve.com/maes-de-primeira-viagem-5-coisas-que-voce-precisa-saber/">mães de primeira viagem</a>, a satisfação com o sono passa por uma queda maior do que para as mães de mais viagens. No entanto, as mudanças na duração do sono, começadas na gravidez, também geralmente só retomam ao patamar pré-gravidez após os seis anos de idade da criança, independente do número de filhos. Uma vez que a fase da gravidez até os seis anos coincide com muitas aquisições desenvolvimentais infantis bem como com mudanças expressivas na vida familiar, as alterações no sono são comuns e de certo modo esperadas &#8211; muito embora possam comprometer de maneira bastante significativa o bem-estar da família.</p>
<h3>3. E os pais?</h3>
<p>Assim como as mães, os <a href="https://maternarmaisleve.com/05-dicas-para-um-pai-no-pos-parto/">pais</a> também passam por mudanças na satisfação e na duração do sono, porém menores do que as observadas nas mães. Como geralmente são as mães que acordam mais à noite para amamentar ou oferecer a mamadeira, não é surpreendente que o declínio seja mais pronunciado para elas.</p>
<h3>Uma sugestão (gratuita)</h3>
<p>Nem sempre esse processo de identificar o que é indispensável, o que pode ser mudado e o que não será aceito é fácil, por isso desenvolvi esta checklist gratuita para ajudar na tomada de decisão. Se você se interessou, pode baixar a sua <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui.</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®, com base no artigo científico https://doi.org/10.1093/sleep/zsz015. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">Bebês que acordam muito: 3 coisas que você precisa saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<item>
		<title>4 sugestões para o cotidiano da vida com filhos</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/4-sugestoes-para-o-cotidiano-da-vida-com-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 12:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de casal]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de dois]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de duas]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de gêmeos]]></category>
		<category><![CDATA[mãe real]]></category>
		<category><![CDATA[vida com filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste post, quatro sugestões para mães no pós-parto e que passam o dia-a-dia cuidando de bebê e de criança mais velha.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/4-sugestoes-para-o-cotidiano-da-vida-com-filhos/">4 sugestões para o cotidiano da vida com filhos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Os dias são longos, mas os anos são curtos</em>”. Quem é que nunca ouviu isso, não é mesmo? O cotidiano com criança pequena e bebê pode ser bastante exigente, sobretudo para as mães, depois que passa a novidade da chegada do segundo (ou terceiro ou quarto) filho. Neste post compartilho quatro sugestões para quem está vivendo isso.</p>
<p><span id="more-530"></span></p>
<ol>
<li><strong>Esteja atenta às expectivas que você tem</strong> (sobre eles e também sobre si mesma). Às vezes sem nos darmos conta, criamos expectativas muito elevadas e, provavelmente, difíceis de se concretizarem. Entenda que criança chora, bebê também, mãe também se cansa, e imprevistos acontecem. Por isso, manter o pé no chão e, ao mesmo tempo, estar otimista e disponível para o que vier podem ajudar.</li>
<li><strong>Observe seus filhos</strong> (e as pistas que eles dão sobre como se sentem). O melhor manual sobre parentalidade é feito pelas nossas observações sobre nossas crianças e sobre o que vamos aprendendo na relação com elas.</li>
<li><strong>Cuide-se</strong>. Momentos mais difíceis surgirão (e acontece em todas as casas!), então se você estiver calma poderá passar por eles com mais tranquilidade. E estar calma é resultado direto de quem cuida de si mesma.</li>
<li><strong>Peça ajuda</strong>. Você não precisa dar conta de tudo, muito menos centralizar as responsabilidades e atividades. Quando fazemos isso, estamos aumentando a nossa (sobre)carga – que já é enorme!</li>
</ol>
<h3><strong>Novidade!</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita com seis dicas muito práticas para encontrar leveza no pós-parto. Se você ainda não a tem, clique AQUI para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/4-sugestoes-para-o-cotidiano-da-vida-com-filhos/">4 sugestões para o cotidiano da vida com filhos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cinco preparativos importantes para o dia do parto</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/cinco-preparativos-importantes-para-o-dia-do-parto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 20:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestação que parecia tão longa se aproxima da reta final. E independente do tipo de parto que você escolher, há alguns detalhes para se providenciar antes do dia P. Então, neste post compartilho cinco sugestões. 1 – Providenciar o bebê-conforto. O primeiro passo é pesquisar modelos, informando-se sobre a compatibilidade do modelo escolhido com &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-preparativos-importantes-para-o-dia-do-parto/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Cinco preparativos importantes para o dia do parto</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestação que parecia tão longa se aproxima da reta final. E independente do tipo de parto que você escolher, há alguns detalhes para se providenciar antes do dia P. Então, neste post compartilho cinco sugestões.</p>
<p><span id="more-377"></span></p>
<h3>1 – Providenciar o bebê-conforto.</h3>
<p>O primeiro passo é pesquisar modelos, informando-se sobre a compatibilidade do modelo escolhido com o seu carro (veja o item 2 deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-pouco-obvias-sobre-o-enxoval-e-a-bolsa-da-maternidade/">aqui</a>). Após a escolha e a compra, é importante se familiarizar com o manuseio e instalação do modelo no carro. Assim, vale assistir a tutoriais no Youtube, a testar colocar, tirar, transportar. Há, inclusive, que “teste” como funciona o bebê conforto usando alguma boneca. Façam isso várias vezes, especialmente se forem pais de primeira viagem. E lembrem-se de que, caso optem por parto hospitalar, ter o bebê conforto com vocês é condição obrigatória para a alta.</p>
<h3>2 – Testar o caminho casa-maternidade.</h3>
<p>Se escolheram ter um parto hospitalar – ou se planejam um parto domiciliar, mas sabem que o hospital pode ser um “plano b” -, é importante fazer o trajeto entre a casa e o hospital. Portanto, experimentem em horários diferentes e, caso haja rotas alternativas, experimentem também. Não existe um número “ideal” de vezes, mas o importante é não deixar para descobrir isso justamente no dia do parto, nem criar <a href="https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/">expectativas</a>.</p>
<h3>3 – Fazer o plano de parto.</h3>
<p>Independente do tipo de parto que escolheram, vocês podem fazer um plano para ele, caso desejem. Neste plano – que tem o tamanho de uma folha A4 – você escreve tudo o que gostaria que tivesse (e também o que não gostaria). Não existe um modelo “único” para o plano de parto – se você buscar na internet, encontrará várias opções -, portanto busque informações de fontes confiáveis, converse com a equipe que a acompanha, ouça/leia relatos de outras mães e sinta-se autorizada a construir o seu plano de parto. Após ter o plano feito, faça cópias dele, distribuindo-as pela sua bolsa de maternidade, para quem a acompanhar no dia e para a equipe de saúde.</p>
<h3>4 – Preparar a mala do(a) acompanhante.</h3>
<p>Caso haja a possibilidade de você ter um(a) acompanhante no hospital, também é importante preparar a mala. Então, separem roupas confortáveis, pijamas, livros, carregador de telefone, fones de ouvido, máquinas fotográficas (com bateria e memória), itens de higiene pessoal, lanchinhos, chinelos, almofada para o pescoço (ou travesseiro). Embora haja uma variedade de listas para a bolsa da mãe e do bebê, nem sempre há para quem vai acompanhar.</p>
<h3>5 – Planejar quem ficará com a criança mais velha.</h3>
<p>Se esta não for a primeira viagem de vocês, pensem em quem poderá ficar com a criança mais velha. Como imprevistos podem acontecer, pensem em várias possibilidades, considerando o conforto, a comodidade e a segurança (física e emocional) da criança, bem como as disponibilidades das pessoas com quem você eventualmente possa contar. Portanto, pense em vários planos e converse com as pessoas em quem você pensou em acionar. Com a proximidade do parto, também comece a conversar com a criança mais velha, explicando aos poucos como poderá ser. Se precisar de inspiração, reveja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">aqui</a>.</p>
<h3><strong>Você sabia?</strong></h3>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>“Como meu bebê será?”: 3 coisas sobre expectativa e realidade</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2021 10:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conforme a barriga vai crescendo, os chutinhos ficam mais intensos e as conversas sobre como o bebê será cada vez mais frequentes, é quase inevitável imaginar como o bebê se parecerá. As expectativas que criamos nem sempre corresponderão à realidade e isso pode ser fonte de desconforto, frustração e tristeza para a família. Neste post, &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/como-meu-bebe-sera-3-coisas-sobre-expectativa-e-realidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">“Como meu bebê será?”: 3 coisas sobre expectativa e realidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme a barriga vai crescendo, os chutinhos ficam mais intensos e as conversas sobre como o bebê será cada vez mais frequentes, é quase inevitável imaginar como o bebê se parecerá. As expectativas que criamos nem sempre corresponderão à realidade e isso pode ser fonte de desconforto, frustração e tristeza para a família. Neste post, compartilho três pontos sobre expectativas e realidade. Vamos lá?</p>
<p><span id="more-368"></span></p>
<h3>1 – Expectativas.</h3>
<p>É, de certo modo, esperado criar expectativas sobre como o bebê será (aparência, gostos, comportamentos), pois, num cenário de muita incontrolabilidade, imaginar pode trazer uma sensação de “segurança”. Muitas vezes, trazemos referências muito anteriores à gestação e, no decorrer dela, por exemplo, pelo padrão de movimentos do bebê na barriga e pelas imagens dos ultrassons, vamos formulando nossas expectativas.</p>
<h3>2 – Realidade.</h3>
<p>O nascimento do bebê “real” quebra muitas das expectivas e muitas mães podem se sentir frustradas, tristes e precisando de um tempo para “digerir” essa distância entre o esperado e o real. É bastante frequente.</p>
<h3>3 – Expectativa x Realidade.</h3>
<p>Embora desconfortável, ultrapassar esse “estranhamento” ajuda muito no fortalecimento da ligação entre mãe e bebê e no estabelecimento da confiança da mãe na sua capacidade de maternar. Vale lembrar que nem sempre este processo de “digerir” e “aceitar” não é linear, muito menos tem um tempo “ideal” para acontecer. No entanto, quando conseguimos ficar mais atentas ao bebê “real”, mais facilmente vamos conhecendo-o e permitindo que ele nos conheça também.</p>
<h3>Lembrete:</h3>
<p>É bastante comum criar expectativas e não há nada de errado em imaginar o melhor, mas quando isso vira fonte de rigidez e de exigências elevadas quanto ao próprio desempenho e ao do outro (no caso, o bebê), isso pode ser fonte de muito sofrimento e de desconexão. Portanto, é importante ter a consciência de que não há problema em ter expectativas, mas entendendo que nem sempre a realidade será como se deseja (e que nesse caso, virá a frustração). Se você estiver encontrando dificuldades nesse processo, busque ajuda profissional.</p>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>3 dicas bem práticas para confirmar mais em si e no seu maternar</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/3_dicas_confiar_no_seu_maternar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 17:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Será que vou dar conta de … (insira aqui a dúvida sobre o maternar)?”. Qual mãe de primeira viagem que nunca se questionou sobre a sua capacidade de maternar, especialmente durante a gravidez. Quanto antes passamos a acreditar que temos os recursos para encarar os desafios e as novidades, mais benefícios trazemos para nós, nossos &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/3_dicas_confiar_no_seu_maternar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">3 dicas bem práticas para confirmar mais em si e no seu maternar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Será que vou dar conta de …</em> (insira aqui a dúvida sobre o maternar)<em>?</em>”. Qual mãe de primeira viagem que nunca se questionou sobre a sua capacidade de maternar, especialmente durante a gravidez. Quanto antes passamos a acreditar que temos os recursos para encarar os desafios e as novidades, mais benefícios trazemos para nós, nossos filhos e nossa família. Neste post compartilho três dicas práticas para você começar agora. Vamos?</p>
<p><span id="more-357"></span></p>
<p>Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/acredite-no-seu-maternar-4-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>, já falei sobre a importância de acreditar em seu maternar (se ainda não leu, recomendo a leitura) e hoje quero compartilhar três sugestões para quem já percebeu a importância, mas não está sabendo muito por onde começar.</p>
<h3>1. &#8220;Eu já&#8230;&#8221;</h3>
<p>Pense em dois ou três momentos passados em que você achou que não daria conta, mas deu. Se possível, anote-os numa lista (<em>post it</em> ou bloco de notas do telefone) para que você os reveja sempre que precisar. Independente do tamanho das conquistas, lembrar-se delas ajuda você a não se perder de vista nem a se desvalorizar.</p>
<h3>2. Pequenos passos nos levam longe.</h3>
<p>Defina objetivos menores (e mais palpáveis). Adote uma postura mais desacelerada em direção aos seus objetivos e procure não se cobrar tanto pelos resultados. Aqui vale lembrar que o feito é melhor que o perfeito! Neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/maes-sem-tempo-4-dicas-para-encarar-o-tempo-com-mais-leveza/">aqui</a> há algumas dicas que podem lhe ajudar.</p>
<h3>3. Os sinais que o seu corpo lhe dá.</h3>
<p>Esteja atenta aos sinais que o seu corpo dá. Prestar atenção às pistas físicas pode nos ajudar a entender nossos sentimentos no momento em que acontecem. Sabe aquela sensação de ombros pesados ou de frio na barriga? Então, elas podem dizer muito sobre como você tem se sentido e sobre o seu contexto. Quanto mais você olha para si mesma, mais se conhece &#8211; se se interessou pelo tema, recomendo a leitura deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>.</p>
<h3><strong>Você sabia?</strong></h3>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>6 coisas para viver enquanto se espera</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2020 08:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de segunda viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez é um momento de intensas transformações para a mulher, o bebê, o casal, a família. Algumas vivências serão exclusivas desta fase e merecem ser registradas, também há decisões que precisam ser conversadas e tomadas durante este momento. Neste post, compartilho seis sugestões do que você pode viver enquanto está à espera do bebê. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/6-coisas-para-viver-enquanto-se-espera/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">6 coisas para viver enquanto se espera</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez é um momento de intensas transformações para a mulher, o bebê, o casal, a família. Algumas vivências serão exclusivas desta fase e merecem ser registradas, também há decisões que precisam ser conversadas e tomadas durante este momento. Neste post, compartilho seis sugestões do que você pode viver enquanto está à espera do bebê. Vamos?</p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<h3>1. Busque informações sobre gravidez, tipos de parto, pós-parto, amamentação, sono do bebê, desenvolvimento no primeiro ano de vida.</h3>
<p>Como há muito material disponível (e por vezes são contraditórios), escolha as informações preparadas, avaliadas e divulgadas por especialistas. Se possível, participe de cursos de preparação para o parto (peça indicações à obstetra e à equipe que a acompanha) e grupos de gestantes.</p>
<h3>2. Cuide de si.</h3>
<p>Reserve um tempo para si, descanse, faça as atividades de que gosta, desacelere (se possível!). A sua saúde e o seu bem-estar físico e emocional importam! Caso queira saber mais sobre a importância de olhar para si mesma durante a gravidez, veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>.</p>
<h3>3. Passe um tempo de qualidade com seu companheiro.</h3>
<p>Aproveitem esse tempo da espera para momentos de intimidade, cumplicidade e companheirismo. Portanto, conversem sobre si, sobre as expectativas e os sentimentos que têm, façam as atividades de que vocês gostam. Se precisar de sugestões, recomendo que leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui.</a></p>
<h3>4. Caso já tenha um filho, aproveite esse tempo com ele.</h3>
<p>Construam memórias felizes juntos, mantenham a rotina que vocês gostam, conversem, brinquem. Além disso, envolva-o nos preparativos para a chegada do bebê. Há um tempo escrevi <a href="https://maternarmaisleve.com/preparando_o_irmao_mais_velho_para_a_chegada_do_bebe/">este post</a> sobre como ajudar a criança mais velha nesta fase, sugiro a leitura dele.</p>
<h3>5 . Registre as lembranças da gravidez.</h3>
<p>Assim como no item anterior, construa as recordações da sua gestação. Então, documente esse período tão especial com fotografias, anotações (que podem ser partilhadas ou não), vídeos.</p>
<h3>6. Organize-se para o enxoval</h3>
<p>Antes de comprar, pense e pesquise bastante sobre o que faz sentido ter e sobre o que é compatível com o orçamento reservado para isto. Assim, converse com outras pessoas, avalie os produtos, reflita sobre o que é essencial para que tudo o que for adquirido seja realmente utilizado. Frequentemente as pessoas acabam por comprar mais do que o necessário, de modo que um conjunto mais enxuto de itens (que possam ser aproveitados mais e por mais tempo) pode ser uma escolha bastante estratégica.</p>
<h3><em>Sobre este post</em></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 17:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade mais leve]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre o primeiro trimestre de gravidez e mencionei a variedade de pensamentos e de sentimentos que as mães (e os pais) podem passar nesta fase. É também neste momento que o perfeccionismo (já existente em outras áreas) também pode aparecer, por isso que quanto antes tivermos consciência dele, mais podemos pensar &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-coisas-sobre-o-perfeccionismo-que-toda-mae-deve-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/4-coisas-sobre-o-perfeccionismo-que-toda-mae-deve-saber/">4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No post anterior, escrevi sobre o primeiro trimestre de gravidez e mencionei a variedade de pensamentos e de sentimentos que as mães (e os pais) podem passar nesta fase. É também neste momento que o perfeccionismo (já existente em outras áreas) também pode aparecer, por isso que quanto antes tivermos consciência dele, mais podemos pensar em estratégias caso ele surja. Portanto, pensando nisso e na importância de se abordar o tema o quanto antes, preparei este post. Vamos lá?</p>
<p><span id="more-325"></span></p>
<h3>1. Um lado da moeda</h3>
<p>O perfeccionismo pode se apresentar na forma de maior organização, atenção aos detalhes, tendência para aumentar e melhorar o sucesso de nossas ações. E, desse modo, produzir sentimentos de satisfação com nossos esforços.</p>
<h3>2. O outro lado da moeda</h3>
<p>No entanto, estar permanentemente focada na perfeição, pode levar a preocupações com o erro (que passa a ser evitado a qualquer custo) e com um desempenho que nunca satisfaz, produzindo sofrimento e sobrecarga para a mãe e distanciamento dos filhos, do companheiro e de outros relacionamentos importantes.</p>
<h3>3. Perfeccionismo na gravidez</h3>
<p>O perfeccionismo não acontece exclusivamente na maternidade, embora possa aumentar bastante com a chegada dos filhos. Uma vez que durante a gestação ocorrem mudanças físicas, hormonais, psicológicas e sociais, com potenciais riscos para a saúde física, mental e o bem-estar materno (falei mais sobre isto neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-sobre-o-primeiro-trimestre-da-gravidez/">aqui</a> e também neste <a href="https://maternarmaisleve.com/olhe-para-si-mesma-cinco-atitudes-importantes-para-as-maes/">aqui</a>), abordar o perfeccionismo neste momento pode auxiliar na tomada de consciência e na seleção de estratégias de prevenção e enfrentamento.</p>
<p>Especificamante durante o período gestacional (mas não apenas nesta fase), muitas expectativas são criadas em relação à maternidade (gestação, parto, amamentação), parentalidade e ao bebê (aparência, padrões de comportamento), contexto em que o perfeccionismo pode se caracterizar pelo foco excessivo nestas expectativas, no esforço incessante de passar uma boa impressão e na sensibilidade às críticas que vêm de fora.</p>
<h3>4. Perfeccionismo no maternar (e na parentalidade)</h3>
<p>A gestação não é o único momento em que o perfeccionismo pode aparecer, tampouco apenas a mãe pode apresentar padrões perfeccionistas (leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui</a> sobre o casal e a gravidez). A percepção de que o erro é sinônimo de fracasso, e que portanto deve ser evitado a qualquer custo, pode, por um lado, levar a padrões cada vez mais elevados de exigência – que quando atingidos são elevados mais um pouco –, e por outro, levar à culpa, à autocrítica, à insatisfação, à percepção de que não se é boa mãe/bom pai e ao distanciamento dos filhos.</p>
<h3><em>Lembrete:</em></h3>
<p>Seu valor enquanto mãe depende do seu desempenho e dos resultados que obtém com seus filhos.</p>
<h3><em>Sobre este post</em></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/4-coisas-sobre-o-perfeccionismo-que-toda-mae-deve-saber/">4 coisas sobre o perfeccionismo que toda mãe deve saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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