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	<title>Arquivos Bem-estar - Maternar mais Leve</title>
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		<title>4 aprendizados do primeiro ano como mãe de dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 13:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O clichê é mesmo verdade: o primeiro ano passa voando. Daqui a uns dias nossa bebê completa seu primeiro aniversário e tenho refletido muito sobre estes meses iniciais como mãe de dois. Neste post, compartilho quatro lições que aprendi. O Amor Se você está entre um enjoo e outro, e, ao mesmo tempo, lidando com &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/4-aprendizados-do-primeiro-ano-como-mae-de-dois/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">4 aprendizados do primeiro ano como mãe de dois</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O clichê é mesmo verdade: o primeiro ano passa voando. Daqui a uns dias nossa bebê completa seu primeiro aniversário e tenho refletido muito sobre estes meses iniciais como mãe de dois. Neste post, compartilho quatro lições que aprendi.</p>
<p><span id="more-684"></span></p>
<h3>O Amor</h3>
<p>Se você está entre um enjoo e outro, e, ao mesmo tempo, lidando com os desafios da criança maior, talvez, por alguns segundos, pense se conseguirá amar os dois. Embora nesse cenário meio caótico a dúvida ganhe contornos ainda maiores, posso garantir: há amor para todo mundo. Respire fundo. Há amor para todos. Com cada um de seus filhos, você estabelecerá uma relação única, porém igualmente especial.</p>
<h3>O cansaço</h3>
<p>Assim como o amor, o cansaço também se multiplica. Na segunda gestação, havia semanas em que eu nem me lembrava de que estava grávida. Depois, no cotidiano, ao me dividir entre as tarefas e as demandas específicas, o cansaço vinha. Então, contar com uma rede de apoio para tarefas elementares e também emocionais foi super importante para mim, minha saúde e bem-estar (e para eles também!).</p>
<h3>As pequenas conquistas</h3>
<p>Haverá dias em que o maior motivo para comemorar foi todos estarem de banho tomados e com as refeições em dia. E é uma vitória. Comemore todas. Haverá os dias em que novos marcos do desenvolvimento serão alcançados. Festeje. Haverá dias em que as crianças dormirão melhor, faça aquela dancinha da felicidade. A vida ganha sentido e nossos potinhos de afeto e energia também se preenchem. Além disso, ensinamos aos nossos pequenos sobre gratidão pelas coisas simples.</p>
<h3>O dia-a-dia</h3>
<p>Pode ser que depois de noites sem dormir direito, com o peito dolorido e com um filho tendo pesadelos, tudo o que você mais deseje é que passe rapidinho. É compreensível. E o cansaço é real. Embora pareça uma eternidade em muitos momentos, o primeiro ano passa rápido. E, com ele, também passam as risadas gostosas, os potes todos retirados do armário, os passinhos de “pisando na Lua”. Se desejar um conselho meu: registre tudo.</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
<p>Interessou-se pelo tema? Então, inscreva-se gratuitamente na minha newsletter, a Newsleve, e receba semanalmente meus conteúdos sobre esse universo apaixonante da <a href="https://maternarmaisleve.com/a-psicologia-perinatal-4-fatos/"><strong>Perinatalidade e Parentalidade</strong></a>. Inscreva-se aqui: <a href="http://bit.ly/NewsLeve"><strong>NEWSLEVE</strong></a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/"><strong>aqui</strong></a>. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Maternando com leveza e pé no chão: 3 lembretes importantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 17:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Criação presente]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maternar é um conjunto de ações nossas, quer tenhamos consciência ou não. E mesmo que maternar não seja fácil sempre, ainda assim, podemos nos comportar com leve. Neste post, compartilho três ideias para leveza bem pé no chão. 1. Zero Isso: zero controle. Não controlamos os outros. Não temos absolutamente qualquer controle sobre o que &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/maternando-com-leveza-e-pe-no-chao-3-lembretes-importantes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Maternando com leveza e pé no chão: 3 lembretes importantes</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Maternar é um conjunto de ações nossas, quer tenhamos consciência ou não. E mesmo que maternar não seja fácil sempre, ainda assim, podemos nos comportar com leve. Neste post, compartilho três ideias para leveza bem pé no chão.</p>
<p><span id="more-680"></span></p>
<h3>1. Zero</h3>
<p>Isso: zero controle. Não controlamos os outros. Não temos absolutamente qualquer controle sobre o que outra pessoa pode pensar/falar sobre o nosso maternar. O que controlamos é como reagimos a isso: se daremos importância ou não, se vamos refletir sobre (ou não) ou se deixaremos para lá (ou não).</p>
<h3>2. 1=1</h3>
<p>As pessoas são como são. E isto se aplica a você, a mim, a nossas famílias. Como disse no post anterior, as vivências que temos desde o nosso começo – e que por meio delas vamos aprendendo e nos desenvolvendo – farão parte do nosso repertório. Leia mais <a href="https://maternarmaisleve.com/a-crianca-interior-5-aspectos-fundamentados-em-teoria/">aqui</a>.</p>
<h3>3. 2+2=5?</h3>
<p>Se lhe dissessem que dois mais dois é igual a cinco, você poderia argumentar que estão errados. Todavia, poderiam insistir que estão certos. A conta segue sendo 2+2=4, intacta, mesmo que tentem lhe convencer do contrário. E quem insiste em outro resultado é insensato. O mesmo se aplica quando tentarem lhe convencer de que você é ou faz algo que você sabe que não é bem assim.</p>
<h3><strong>Saiba mais!</strong></h3>
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<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência usando as sugestões deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/boas-praticas-ao-repostar-conteudos-4-dicas/"><strong>aqui</strong></a>. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>3 sugestões para rever o SEU consumo digital</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/3-sugestoes-para-rever-o-consumo-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jan 2022 19:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde mental materna]]></category>
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		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo ou nutrição digital, sobretudo a exposição a telas, tem sido associada à saúde mental em crianças, jovens e adultos. Se por um lado, a tecnologia nos permite acesso relativamente fácil e rápido a informações e a recursos positivos, por outro, seu consumo excessivo está relacionado a ansiedade, depressão, distúrbios do sono. Uma vez &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/3-sugestoes-para-rever-o-consumo-digital/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">3 sugestões para rever o SEU consumo digital</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo ou nutrição digital, sobretudo a exposição a telas, tem sido associada à saúde mental em crianças, jovens e adultos. Se por um lado, a tecnologia nos permite acesso relativamente fácil e rápido a informações e a recursos positivos, por outro, seu consumo excessivo está relacionado a ansiedade, depressão, distúrbios do sono. Uma vez que a literacia sobre nutrição digital é um dos pilares para o autocuidado, neste post apresento três sugestões para rever seu consumo digital.</p>
<p><span id="more-614"></span></p>
<h3>1. Refletir sobre que tipo de conteúdo de que se gosta.</h3>
<p>Para começar, pense no que você busca: informação, apoio, entretenimento. Além disso, avalie criticamente se o conteúdo e o que ele pode lhe acrescentar.</p>
<h3>2. Prestar atenção ao que se sente diante dos conteúdos consumidos.</h3>
<p>Se você se sente pior do que estava antes de ler/assistir/ouvir determinado conteúdo, pode ser um indicativo importante. Nesse caso, você pode experimentar “dar um tempo”, ou desativando as notificações desse conteúdo ou deixando de seguir.</p>
<h3>3. Limitar o seu tempo de exposição.</h3>
<p>Para isso, você pode usar algumas estratégias. Uma delas é efetuar o log out da sua conta. Desse modo, na próxima vez que entrar, precisará inserir novamente com seus dados – geralmente esse “obstáculo” funciona como um lembrete. Outra opção é desinstalar aplicações do seu telefone, reduzindo, portanto, a acessibilidade.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Portanto, todos os direitos são reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Para este post, a imagem utilizada é do Banco de imagens do Canva. Além disso, foram consultadas as fontes: 10.1016/j.ypmed.2012.05.003 e 10.3389/fpsyg.2021.646368</p>
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		<title>5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 16:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Fiz assim com meus filhos e ninguém morreu&#8221;, ou &#8220;Nossa, por que você é tão radical?&#8221;, quem tem filhos provavelmente já ouviu frases assim. Certamente não são as melhores palavras que podemos receber como apoio. Como lidar com leveza diante desses conselhos não solicitados? Neste post, partilho cinco estratégias. 1. Ter consciência. Estar conscientes do &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-estrategias-para-lidar-com-leveza-diante-de-conselhos-nao-solicitados/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 estratégias para lidar com leveza diante de conselhos não solicitados</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Fiz assim com meus filhos e ninguém morreu&#8221;, ou &#8220;Nossa, por que você é tão radical?&#8221;, quem tem filhos provavelmente já ouviu frases assim. Certamente não são as melhores palavras que podemos receber como apoio. Como lidar com leveza diante desses conselhos não solicitados? Neste post, partilho cinco estratégias.</p>
<p><span id="more-565"></span></p>
<h3>1. Ter consciência.</h3>
<p>Estar conscientes do que é importante para vocês na criação dos filhos. Portanto, as pessoas que criam os filhos precisam de conversar sobre o que cada um vê como essencial, desejável, &#8220;neutro&#8221; e inaceitável. Se tiver dificuldades em como fazer isto, minha sugestão é este quadro que fiz e que pode ser baixado gratuitamente <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui</a> para vocês utilizarem como roteiro.</p>
<h3>2. Estabelecer uma parceria</h3>
<p>Depois de definirem o que para vocês é essencial, desejável, neutro e inaceitável, firmem uma parceria, de modo que um seja o ponto de apoio do outro quando receberem palpites indesejados. Por exemplo, vocês podem definir quem será a pessoa a responder ao conselho: se vier de alguém da sua família, poderá ser você, se isso for tranquilo para si. Caso contrário, poderá ser a outra pessoa a receber o conselho, se ele for visto como um interlocutor mais neutro. Esta solução ajuda a reduzir reações mais intensas por parte de quem dá o conselho. Além disso, fortalece o companheirismo entre vocês.</p>
<h3>3. Ser firme e gentil.</h3>
<p>Na maioria das vezes, a outra pessoa não quer ser convencida das escolhas de vocês, mas sim (auto)afirmar e validara dela. Então, uma opção para minimizar conflitos adicionais é agradecer, dizer que irão pensar sobre e mudar de assunto.</p>
<h3>4. Manter-se informada(o).</h3>
<p>Estabeleçam uma comunicação direta com as/os profissionais de saúde que os acompanham.  Decisões bem fundamentadas em informações atualizadas não apenas trazem mais segurança, como também  são ótimos recursos para acalmar opiniões de terceiros. Desse modo, o clássico: “a pediatra disse/recomendou&#8221; não costuma falhar.</p>
<h3>5. Entender que o conselho do outro é sobre ele, não sobre sua família.</h3>
<p>Em seu livro &#8220;A coragem de ser imperfeito&#8221;, a escritora Brené Brown aborda o assunto. Nas palavras dela: &#8220;Quando nos agarramos obessivamente às nossas escolhas sobre educação e vemos alguém praticando outras formas, geralmente percebemos essa diferença como uma afronta ao modo como educamos nossos filhos&#8221;.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Cinco aprendizados que a segunda viagem me trouxe</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/cinco-aprendizados-que-a-segunda-viagem-me-trouxe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Nov 2021 15:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seis meses depois da chegada de minha segunda filha, resolvi refletir e avaliar o que aprendi durante esse período. Então, neste post, compartilho cinco lições como mãe de dois. 1. Cada filho = uma maternidade diferente. É impressionante como duas (ou mais) crianças, vindas da mesma mãe,  podem ser tão diferentes, tanto para hábitos de &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-aprendizados-que-a-segunda-viagem-me-trouxe/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Cinco aprendizados que a segunda viagem me trouxe</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis meses depois da chegada de minha segunda filha, resolvi refletir e avaliar o que aprendi durante esse período. Então, neste post, compartilho cinco lições como mãe de dois.</p>
<p><span id="more-558"></span></p>
<h3>1. Cada filho = uma maternidade diferente.</h3>
<p>É impressionante como duas (ou mais) crianças, vindas da mesma mãe,  podem ser tão diferentes, tanto para hábitos de sono (tema do <a href="https://maternarmaisleve.com/bebes-que-acordam-muito-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">post</a> anterior), higiene e alimentação. Embora numa segunda viagem você já tenha mais conhecimentos e experiências, ainda assim há muito o que aprender com cada nova criança que chega. Portanto, manter um olhar atento para as particularidades e necessidades de cada uma delas pode tornar a experiência mais positiva tanto para a mãe quanto para as crianças.</p>
<h3>2. O bom é realmente inimigo do ótimo.</h3>
<p>Se com um filho já notamos que a perfeição pode nos colocar em situações muito difíceis, com mais de um filho torna-se essencial diminuir os padrões de exigência e aumentar a autocompaixão (sugiro a leitura deste post <a href="https://maternarmaisleve.com/autocompaixao-3-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>). Se não dá para cumprir todos os vinte itens da checklist, então reformule uma lista menor, com poucos itens (os mais essenciais). Também é essencial ter consciência de que em muitos dias só será possível cumprir um ou dois deles.</p>
<h3>3. Leveza é comportamento.</h3>
<p>Com dois ou mais filhos, aumentam as chances de mais situações estressantes &#8211; e elas são inevitáveis em muitas vezes. Assim, a leveza é fundamental. Para muitas pessoas, a leveza parece distante e intangível. Então, &#8220;traduzindo&#8221;: leveza é ação. E sendo ação, significa  mudar a forma de ver as coisas ao redor, entendendo que elas são o que são (nem boas nem más). Ao mesmo tempo, agir com leveza também pode ser buscar soluções mais práticas, sem pesar para si ou para os outros. Em outras palavras, se é ação, então podemos escolher como vamos encarar e reagir diante do que nos acontece.</p>
<h3>4. A nossa saúde importa.</h3>
<p>Para estar inteira e presente diante de tudo que a maternidade nos traz, desde os sorrisos gostosos até os momentos em que um filho derruba água na mesa e a outra, no mesmo instante, faz um cocô daqueles que vai até o meio das costas, precisamos de estar bem. Emocional e fisicamente bem. Então, prevenir ou intervir são essenciais: adotar uma alimentação saudável, beber água, manter as consultas médicas em dia, fazer exercício físico (mesmo que por menos tempo do que gostaria), sempre que possível deitar-se nos mesmos horários.</p>
<h3>5. Se está se sentindo ressentida com alguém, pode ser que não esteja havendo parceria.</h3>
<p>Se de repente você se sente irritada com seu <a href="https://maternarmaisleve.com/pais-sim-mas-tambem-somos-um-casal-6-atitudes-positivas-para-a-vida-a-2/">companheiro</a>, é possível que seja um sinal de que a parceria não está tão equilibrada como poderia. Ou porque é difícil abrir mão (do controle) e delegar, ou porque a divisão entre vocês não está funcionando como poderia. Você não precisa assumir todas as responsabilidades. Pelo contrário: pode e deve acionar a rede de apoio para o que precisar, desde itens mais práticos (fazer compras, cozinhar) até outros mais abstratos (pedir um &#8220;colo&#8221; num momento difícil). Além disso, pode &#8211; e deve &#8211; avaliar constantemente a parceria, sinalizando com firmeza e gentileza, o que/como gostaria que a parceria estivesse funcionando.</p>
<h3>Uma sugestão (gratuita)</h3>
<p>Nem sempre esse processo de identificar o que é indispensável, o que pode ser mudado e o que não será aceito é fácil, por isso desenvolvi esta checklist gratuita para ajudar na tomada de decisão. Se você se interessou, pode baixar a sua <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/5f366355d3">aqui.</a></p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Autocompaixão: 3 coisas que você precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 11:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[autocompaixão]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar materno]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade leve]]></category>
		<category><![CDATA[saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Seja gentil consigo” – provavelmente você já ouviu ou leu essa frase depois que virou mãe. O que muita gente talvez não saiba é que, por trás desta frase simples (e, por vezes tão repetida, que fica até “gasta”), existe um conceito real e cientificamente fundamentado: a autocompaixão. Neste post, compartilho três coisas sobre ele. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/autocompaixao-3-coisas-que-voce-precisa-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Autocompaixão: 3 coisas que você precisa saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Seja gentil consigo” – provavelmente você já ouviu ou leu essa frase depois que virou mãe. O que muita gente talvez não saiba é que, por trás desta frase simples (e, por vezes tão repetida, que fica até “gasta”), existe um conceito real e cientificamente fundamentado: a autocompaixão. Neste post, compartilho três coisas sobre ele.</p>
<p><span id="more-540"></span></p>
<h3>1. O que é?</h3>
<p>Segundo a pesquisadora Kristin Neff, autocompaixão não se difere da compaixão, que é a habilidade de compreender e ser gentil diante de (seus) erros ou falhas, ao invés de (se) julgar excessivamente.</p>
<h3>2. Quais são seus três pilares?</h3>
<p>A autocompaixão é composta por três elementos. O primeiro é autogentileza (oferecer a si a mesma bondade que você oferece para as outras pessoas de quem gosta). Por sua vez, a segunda é a humanidade (ter consciência que faz parte da condição humana errar e falhar). Finalmente, há a atenção plena (olhar para o sentimento sem se identificar excessivamente com ele, entendendo-o como <em>“o que é, nem bom nem mau</em>”).</p>
<h3>O que NÃO é autocompaixão?</h3>
<p>Para a criadora do conceito de autocompaixão, ter uma atitude compassiva muitas vezes é erroneamente associado à autopiedade (ou seja, ficar tão imersa nos próprios problemas, deixando de ver que isso também acontece com outras pessoas). Também há quem ache que ser gentil consigo próprio é sinônimo de autoindulgência (isto é, permitir-se prazeres que funcionam apenas a curto prazo, mas incompatíveis com sua saúde e bem-estar). Ainda há quem ache que autocompaixão é autoestima, mas são conceitos diferentes. A autoestima é uma autoavaliação (e, por vezes, associada a uma competição). Enquanto a autocompaixão é aceitação de que, em alguns momentos, você terá desempenhos “na média” ou até mesmo abaixo da média (e tudo bem).</p>
<h3>Além disso&#8230;</h3>
<p>Ainda segundo Kristin Neff, adotar uma atitude compassiva traz ganhos para a saúde mental <a href="https://maternarmaisleve.com/qual-a-diferenca-entre-baby-blues-e-depressao-perinatal/">da mãe</a> e do<a href="https://maternarmaisleve.com/05-dicas-para-um-pai-no-pos-parto/"> pai</a>. E, desse modo, considerando que ações voltadas para nossa <a href="https://maternarmaisleve.com/esgotamento-materno-04-maneiras-que-podem-afetar-a-saude-e-como-lidar-com-elas/">saúde</a> e bem-estar são formas de <a href="https://maternarmaisleve.com/05-crencas-que-voce-precisa-abandonar-quando-se-fala-de-autocuidado-materno/">autocuidado</a>, a autocompaixão pode ser uma excelente aliada para o seu maternar ficar mais leve e com <a href="https://maternarmaisleve.com/5-ideias-para-celebrar-a-infancia-com-nossos-filhos/">bons momentos com os filhos</a>.</p>
<h3><strong>Novidade!</strong></h3>
<p>Preparei uma checklist gratuita com seis dicas muito práticas para encontrar leveza no pós-parto. Se você ainda não a tem, clique AQUI para receber a sua gratuitamente.</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito pela Equipe do Maternar mais leve ®. Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Cinco aprendizados para dias mais exigentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 09:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado materno]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo mundo pode ter (e terá) “um dia daqueles”. Seja em algum momento da gravidez, no caos do pós-parto, na vida com filhos pequenos ou em outra fase da vida. Dias que testam a nossa capacidade de lidar com as emoções, tomar decisões e de fazer o que precisa ser feito, mesmo que o dia &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/cinco-aprendizados-para-dias-mais-exigentes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Cinco aprendizados para dias mais exigentes</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo pode ter (e terá) “um dia daqueles”. Seja em algum momento da gravidez, no caos do pós-parto, na vida com filhos pequenos ou em outra fase da vida. Dias que testam a nossa capacidade de lidar com as emoções, tomar decisões e de fazer o que precisa ser feito, mesmo que o dia pareça não colaborar. Recentemente, passei por uns dias desses e compartilho neste post cinco coisas que me ajudaram a passar por esses dias mantendo a saúde e o bem-estar (meu e dos meus familiares).</p>
<p><span id="more-347"></span></p>
<h3>1 . Reconhecer os próprios limites.</h3>
<p>Ao longo dos anos, descobri que tinha a tendência de abraçar o mundo e acabar me comprometendo com muita coisa que gostaria de fazer, sem olhar tanto para o meu tempo disponível, o que causa sobrecarga e frustração, para mim e para os outros (ah, o autoconhecimento!). Então, seguir atenta aos limites, possibilidades e disponibilidades é um gesto de cuidado para si e para quem amamos.</p>
<h3>2. Pedir ajuda</h3>
<p>Seja para tarefas mais práticas seja para conversar sobre sentimentos e dificuldades, alivia muito a sobrecarga. Se não der para fazer tudo, peça ajuda. Por aqui, coloquei em prática muito do que escrevi sobre isto neste <a href="https://maternarmaisleve.com/troco-palpites-por-ajuda-quatro-sugestoes-para-pedir-e-conseguir-ajuda/">post</a> (recomendo a leitura).</p>
<h3>3. Abrir mão do controle.</h3>
<p>Ao delegar tarefas, escolhi conscientemente reconhecer que <strong>a outra parte faz o melhor que pode com as condições que tem e que não sairia exatamente igual ao que eu faria (diferentes pessoas, diferentes bagagens e olhares) e tudo bem, não é porque é diferente que tem menos valor.</strong> E essas ajudas fizeram uma diferença ENORME para mim.</p>
<h3>4. Escolher o caminho do meio.</h3>
<p>Sei que nem sempre é fácil, mas pode trazer pontos de leveza mesmo para dias mais exigentes. Nesta semana, muitas rotas precisaram ser recalculadas e precisei optar por escolhas mais simples do que as que normalmente faria. Então, basicamente, coloquei em prática muito do que está neste post <a href="https://maternarmaisleve.com/o_caminho_do_meio_criacao_de_filhos/">aqui</a>.</p>
<h3>5. Sempre que possível, manter pequenos hábitos de autocuidado.</h3>
<p>Com o aumento da exigência desses dias, abri mão de alguns comportamentos de autocuidado, mas mantive outros, como: garantir uma alimentação equilibrada (e saudável), manter-me hidratada, seguir com as horas de sono, escrever no meu journal. Uma vez que uma das minhas bandeiras aqui no Maternar mais leve é descomplicar o autocuidado, procuro mostrar que ele pode ser feito em pouco tempo e que pode ser do jeito que mais faça sentido para si (veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/autocuidado-para-maes-reais-4-dicas-bem-pe-no-chao/">aqui</a>).</p>
<h3><strong>Sobre este post</strong></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>PS: Já está sabendo que o e-book <strong>“Em casa com crianças pequenas: 40 ideias de brincadeiras simples”</strong> foi relançado? Receba o seu gratuitamente por <a href="https://upbeat-innovator-6097.ck.page/9717c7284b">aqui</a>.</p>
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		<title>5 coisas sobre o primeiro trimestre da gravidez</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/5-coisas-sobre-o-primeiro-trimestre-da-gravidez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos posts, escrevi sobre a importância da preparação para a gravidez, desde o momento em que se começa a pensar nela, até a comunicação entre o casal, a ajuda à criança mais velha (no caso de uma gravidez de segunda ou terceira viagem) para a chegada do bebê, e a preparação da mãe para &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-sobre-o-primeiro-trimestre-da-gravidez/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">5 coisas sobre o primeiro trimestre da gravidez</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos posts, escrevi sobre a importância da preparação para a gravidez, desde o momento em que se começa a pensar nela, até a comunicação entre o casal, a ajuda à criança mais velha (no caso de uma gravidez de segunda ou terceira viagem) para a chegada do bebê, e a preparação da mãe para o mergulho em si mesma.  Hoje quero compartilhar cinco coisas sobre o primeiro trimestre. Vamos?</p>
<p><span id="more-317"></span></p>
<h3><em>1. O que é e quanto dura?</em></h3>
<p>O primeiro semestre corresponde ao período entre a primeira e a décima terceira semana de gestação. Mãe e bebê passam por transformações enormes, pouco visíveis para quem acompanha de fora. Enquanto o corpo da mãe se adapta para gestar, o bebê, em poucas semanas, passa de uma célula para um organismo complexo e com diferentes órgãos e tecidos funcionando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em>2 . Principais características desta fase</em></h3>
<p>As mulheres no primeiro trimestre podem sentir muita sonolência, cansaço, enjoos, maior necessidade de fazer xixi (especialmente à noite), maior sensibilidade nos seios, atraso na menstruação, pequenos sangramentos, alterações no paladar e olfato. Nem todas as mulheres sentem todos esses “sintomas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em>3. Cuidados e restrições</em></h3>
<p>Neste trimestre, o desenvolvimento do embrião é intenso, então há alguns cuidados a serem tomados em relação a alimentação, estilo de vida e saúde. Bebidas alcoólicas, cigarro, drogas estão proibidos tanto neste trimestre quanto nos posteriores. Há também restrições alimentares para preservar a saúde e o bem-estar da mãe, bem como o desenvolvimento do bebê. Sob recomendação médica, há práticas esportivas e outros hábitos de vida que podem ser suspensos durante este período. É de extrema importância o acompanhamento da gestação por uma equipe de saúde especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>4. Período de inquietações e receios para a mãe (e para o pai)</strong></em></h3>
<p>Diante de tantas mudanças e transformações físicas, hormonais, psicológicas e sociais, é natural que a mãe e o pai se sintam com receios e medos sobre o que estão vivendo e o que viverão, além de preocupações sobre a saúde e o desenvolvimento do bebê. A sugestão é que o casal converse sobre o que pensa e sente (precisando de dicas? veja este post <a href="https://maternarmaisleve.com/esperando-juntos-quatro-coisas-sobre-as-quais-todo-casal-precisa-conversar/">aqui</a>), bem como partilhe isso com quem os acompanha. Exatamente por isso, ter um acompanhamento regular de pré-natal ajuda a monitorar a saúde e o bem-estar materno e fetal. Embora os pensamentos e os medos sejam uma parte natural e de certo modo até esperada, eles também podem ser sinais de alerta para quadros de ansiedade, estresse e depressão, tanto para a mãe (veja <a href="https://maternarmaisleve.com/setembro-amarelo-e-saude-mental-materna-quatro-coisas-que-voce-precisa-saber/">aqui</a>) como para o pais (leia este post <a href="https://maternarmaisleve.com/paternar-mais-leve-cinco-fatos-sobre-o-primeiro-ano-da-paternidade/">aqui</a>) devendo ser monitorados pela equipe que acompanha o casal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em>5 . Gravidez e covid-19</em></h3>
<p>Durante a gravidez, o sistema imunitário da mãe fica mais enfraquecido para que a gestação possa acontecer sem que o bebê seja identificado pelo sistema de defesa do corpo da mãe como um agente externo. Deste modo, as gestantes são consideradas um grupo de risco e, como tal, precisam de cuidados especiais. Portanto, no contexto atual, as grávidas precisam de seguir rigorosamente o protocolo de segurança para prevenção de covid-19, isto é, distanciamento social, etiqueta respiratória, uso de máscaras, higienização frequente das mãos e evitar situações de aglomeração e contato com infectados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em>Lembrete</em></h3>
<p>Se ao descobrir a gravidez você ainda não estiver sendo acompanhada por uma equipe de saúde, coloque no topo da sua lista encontrar médicos e outros profissionais (enfermeiros obstétricos, fisioterapeutas, psicólogos) para que vocês sejam assistidos desde o início. Um pré-natal feito de maneira apropriada e no tempo certo tem efeitos positivos tanto para a sua saúde quanto a de seu bebê. E por falar em cuidados de saúde, sabia que existe o pré-natal psicológico? Se quiser saber mais sobre ele, escreva para o falecom@maternarmaisleve.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em>Sobre este post</em></h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagem: Banco de imagens do Canva.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/5-coisas-sobre-o-primeiro-trimestre-da-gravidez/">5 coisas sobre o primeiro trimestre da gravidez</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
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		<title>Sexo e maternidade – 4 coisas que toda mulher precisa saber</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/sexo-e-maternidade-4-coisas-que-toda-mulher-precisa-saber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2020 13:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde materna]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decidi falar sobre sexo a partir da repercussão do post anterior, sobre dificuldades em engravidar (se ainda não leu, leia aqui). Se você sempre quis falar sobre o assunto, mas sentia vergonha, ou se tem sido um ponto que a incomoda no momento, então venha ler quatro coisas sobre sexo e maternidade que toda mulher &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/sexo-e-maternidade-4-coisas-que-toda-mulher-precisa-saber/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sexo e maternidade – 4 coisas que toda mulher precisa saber</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com/sexo-e-maternidade-4-coisas-que-toda-mulher-precisa-saber/">Sexo e maternidade – 4 coisas que toda mulher precisa saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://maternarmaisleve.com">Maternar mais Leve</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decidi falar sobre sexo a partir da repercussão do post anterior, sobre dificuldades em engravidar (se ainda não leu, leia <a href="https://maternarmaisleve.com/dificuldades-em-engravidar-5-coisas-que-as-tentantes-pensam-ou-sentem/">aqui</a>). Se você sempre quis falar sobre o assunto, mas sentia vergonha, ou se tem sido um ponto que a incomoda no momento, então venha ler quatro coisas sobre sexo e maternidade que toda mulher (tentante, grávida, puérpera, mãe ou nenhuma das alternativas anteriores) p-r-e-c-i-s-a saber.<span id="more-292"></span></p>
<h3>1. A satisfação com a vida sexual tem muita importância para sua saúde e bem-estar, das mulheres e dos homens.</h3>
<p>Para muita gente, pode parecer “frescura”, mas não é. A sua vida sexual também importa (e muito!) para sua saúde emocional, mental e física. E atenção: aqui não estou me refiro à cartilha da vida sexual perfeita, mas sim sobre o quanto você se sente satisfeita com a vida sexual no momento – e o que satisfaz pode variar tanto de pessoa para pessoa.</p>
<h3>2. Uma em cada quatro mulheres (!!!) relata insatisfação com sua vida sexual.</h3>
<p>E quando falo em insatisfação, estou me referindo à falta ou ao excesso, ao desconforto e/ou à dor no começo, meio ou fim da atividade sexual, com impacto em uma ou mais das fases (desejo, excitação e/ou orgasmo). Homens também podem se sentir insatisfeitos com a sua vida sexual nestes mesmos aspectos.</p>
<h3>3. Falar sobre sexo (e a satisfação ou insatisfação com ele) ainda é difícil.</h3>
<p>Muitas mulheres sentem vergonha em falar sobre isso – e muitos profissionais de saúde sentem-se constrangidos em abordar este tema durante as consultas. Embora ali, no contexto de consulta/sessão poderia ser uma oportunidade muito boa para conversar sobre esta dimensão importante para a saúde como um todo.</p>
<h3>4. (In)Satisfação sexual e dificuldades para engravidar.</h3>
<p>No caso dos casais com dificuldade para engravidar (ou na primeira gestação ou em uma posterior), a insatisfação sexual pode ser maior do que em casais sem dificuldades. O que não é surpresa, uma vez que o sexo pode ficar associado ao estresse, cobranças por um desempenho que produza o resultado esperado e também a eventuais percepções de falha ou erro.</p>
<h3>Lembrete</h3>
<p>A insatisfação sexual também pode surgir durante a gravidez, o pós-parto ou em outros momentos da vida com filhos, tanto para as <a href="https://maternarmaisleve.com/setembro-amarelo-e-saude-mental-materna-quatro-coisas-que-voce-precisa-saber/">mães</a> como para os <a href="https://maternarmaisleve.com/paternar-mais-leve-cinco-fatos-sobre-o-primeiro-ano-da-paternidade/">pais</a>. Assim como outras áreas de sua vida, a vida sexual também merece ser olhada e cuidada com carinho e respeito.</p>
<p>PS: Gostou do tema? Fique atenta que logo ele volta em outras fases da maternidade!</p>
<h3>Sobre este post</h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. <strong>Se usar o conteúdo, coloque a referência</strong>. Imagens: banco de imagens do Canva.</p>
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		<title>Engravidar ou não? Três perguntas para se fazer!</title>
		<link>https://maternarmaisleve.com/engravidar-ou-nao-tres-perguntas-para-se-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Carolina Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2020 18:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Pais de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anda pensando sobre engravidar? Ou se você já tem um filho ou se não tem, há momentos em que você pode se questionar sobre ter ou não filhos. Pensando nisso, preparei este post sugerindo três perguntas que você pode se fazer. 1 &#8211; Como estou neste momento? Primeiramente, pense na sua vida como um todo. &#8230; <a href="https://maternarmaisleve.com/engravidar-ou-nao-tres-perguntas-para-se-fazer/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Engravidar ou não? Três perguntas para se fazer!</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Anda pensando sobre engravidar? Ou se você já tem um filho ou se não tem, há momentos em que você pode se questionar sobre ter ou não filhos. Pensando nisso, preparei este post sugerindo três perguntas que você pode se fazer.<span id="more-285"></span></p>
<h3><em>1 &#8211; Como estou neste momento?</em></h3>
<p>Primeiramente, pense na sua vida como um todo. Se quiser começar pela saúde, reflita sobre como está o seu estado atual. Em outras palavras, avalie se você já tem uma ginecologista/obstetra em quem confia (falei sobre isso neste post aqui). Também vale estar com as consultas e os exames em dia (e ter o aval da sua médica). Além disso, vale pensar em como está a sua saúde mental, seu momento profissional e financeiro, afinal uma gravidez envolve  planejamento. Não precisa ter pressa.</p>
<h3><em>2 &#8211; Como está o meu relacionamento?</em></h3>
<p>Uma vez que um filho muda bastante a dinâmica da vida a dois, com impactos sociais, emocionais, financeiros para o casal, é muito importante considerar se o momento atual é o mais propício para a chegada de mais um integrante na família. Então, procure avaliar como está a satisfação (sua e do outro) com a relação, a comunicação e a dinâmica entre vocês, e a possibilidade financeira dos dois. Se vocês não estiverem num dos melhores momentos da vida a dois, pense com bastante cuidado, pois filho não segura casamento. Sugiro a leitura deste post sobre <a href="https://maternarmaisleve.com/paternar-mais-leve-cinco-fatos-sobre-o-primeiro-ano-da-paternidade/">paternidade mais leve</a> e deste aqui sobre <a href="https://maternarmaisleve.com/vida-a-dois-depois-dos-filhos-3-dicas-para-o-casal/">a vida a 2 com filhos.</a></p>
<h3><em>3 &#8211; Como é (ou pode ser) a minha rede de apoio se tiver um filho</em></h3>
<p>Você provavelmente já ouviu que &#8220;para criar um filho é preciso uma aldeia&#8221;. Portanto, contar com pessoas que possam te ajudar de diferentes maneiras (apoio emocional, ajuda no dia a dia, informações, cuidados com a criança, por exemplo), tanto formal quanto informalmente pode fazer uma diferença enorme para a sua saúde e seu bem-estar. Então, vale a pena avaliar a rede que você já tem e a que eventualmente pode ter caso tenha um filho.</p>
<h3>Lembrete</h3>
<p>A decisão de ter (ou não um filho) é extremamente pessoal e pode variar de momento de vida. Dentro do possível, não tenha pressa e avalie cuidadosamente. Se estiver difícil fazer isso sozinha, busque ajuda, profissional inclusive.</p>
<h3>Sobre este post</h3>
<p>O texto original foi escrito por Ana Carolina Braz (Maternar mais leve ®). Todos os direitos reservados. Se usar o conteúdo, cite a referência. Imagens: banco de imagens do Canva.</p>
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